Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.396 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta (4) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.
O potiguar Elton Paiva, de 34 anos de idade, venceu neste fim de semana pelo segundo ano consecutivo o JampaKart, um campeonato de kart indoor estadual de nível nacional. Mais de 300 pilotos participaram da competição na edição de 2021.
Elton venceu nas duas edições em que participou, em 2020 na categoria Master (90kg), e neste ano na categoria “Pesados” (100kg). O piloto dá aula de kart há 10 anos em Natal e também já foi campeão potiguar e pernambucanos no esporte na categorial profissional.
Elton Paiva é assessor e responsável pela coordenação logística do mandato do Senador Jean. O parlamentar é um dos maiores incentivadores de Elton, desde que ele era gerente do kartódromo do Machadão (2010), onde está hoje situada a Arena das Dunas, em Natal.
“Vejo no esporte, em geral, uma ferramenta de transformação social. Com relação ao kart, pra mim é uma paixão. É nas pistas que me sinto à vontade. No volante eu coloco essa paixão e o resultado de muito esforço para chegar até essas vitórias”, afirmou Elton.
O movimento Sou Produtor Rural com Muito Orgulho, iniciativa da Trouw Nutrition, uniu-se à Central Única das Favelas, a CUFA, importante organização de âmbito nacional sem fins lucrativos, que atua nas áreas social, esportiva e cultural, para o lançamento da campanha #OAgroContraFome, ligada ao propósito de Alimentar o Presente e o Futuro.
A campanha convida indústrias, produtores rurais, demais empresas do agro, entidades de classe e todos os interessados em contribuir com a redução da fome no país. Essa iniciativa do movimento Sou Produtor Rural com Muito Orgulho e a CUFA é aberta e participativa. Quanto mais pessoas e organizações participarem, mais doações serão arrecadadas para a compra de alimentos aos mais necessitados.
A fome é um problema crescente, que foi agravado nos últimos meses e atingiu 19 milhões de pessoas durante a pandemia da Covid-19, de acordo com o Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, iniciativa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan).
“A limitação dos recursos do planeta aliada a pandemia da Covid-19, reforçam a necessidade de fazermos a nossa parte para garantir segurança alimentar, reduzindo os índices de desnutrição e a fome, especialmente nas populações mais carentes. Um dos nossos valores é alimentar o futuro e por isso nosso papel é contribuir também para amenizar esse cenário hoje, com um movimento solidário, que visa garantir alimentos para as pessoas que mais precisam”, ressalta Augusto Adami, diretor geral Trouw Nutrition Latam.
Para saber mais sobre a Campanha #OAgroContraFome e como doar, acesse https://orgulhorural.com.br/oagrocontrafome/.
Projeto de empregabilidade para jovens, do Instituto Coca-Cola Brasil, tem parceria com a Atitude em Natal
Novas oportunidades, novo ciclo! Se você tem entre 16 e 25 anos e busca qualificação para se inserir no mercado de trabalho, essa é a hora. Estão abertas as inscrições para o Coletivo Online, programa de empregabilidade 100% digital, do Instituto Coca-Cola Brasil, que conecta jovens ao mercado de trabalho através de uma grande rede de parceiros empregadores. Em Natal, uma das colaboradoras do Instituto Coca-Cola é a Atitude Cooperação, instituição mantida pela Unimed Natal, atuante na zona oeste da cidade, a qual oferece toda a estrutura necessária para o desenvolvimento dos cursos.
Para fazer parte deste novo ciclo de qualificação é simples! Basta acessar www.lys.academy/coletivo2021/insc?utm_source=coletivofelipecamarao, até o dia 21 de junho e preencher os dados solicitados. Além da faixa etária, o outro requisito para participar dos cursos é ter concluído o ensino médio ou estar cursando. O programa, que tem abrangência nacional, é gratuito e oferece videoaulas curtas e objetivas durante seis (06) semanas. Esse formato permite que o jovem faça o curso de qualquer lugar, a qualquer momento, através do seu WhatsApp.
O conteúdo do Coletivo Online é focado em temas do mundo do trabalho, elaboração de um plano de vida, planejamento financeiro, construção de currículo, e como se preparar para entrevistas e processos seletivos. Quem assistir às videoaulas e fizer as atividades práticas, receberá um certificado de conclusão e, ao final do curso, os participantes serão convidados a se cadastrarem nas comunidades de vagas do programa, podendo se candidatar aos processos seletivos de uma rede de mais de 400 parceiros empregadores. O público-alvo do programa Coletivo, seja ele presencial ou online, são os jovens de comunidades carentes.
Programa Coletivo
Desde o início de sua implementação, em 2009, a plataforma Coletivo já impactou mais de 256 mil jovens em comunidades brasileiras espalhadas em 22 estados mais o Distrito Federal — incluindo as suas duas versões: o Coletivo Jovem, com aulas presenciais, e o Coletivo Online, com turmas 100% digitais. Desses, mais de 77 mil tiveram acesso ao mercado de trabalho. Apenas em 2020, 7.500 se formaram nas aulas dos programas presencial e online, sendo 68% negros e 70% mulheres.
Sobre o Instituto Coca-Cola Brasil
O Instituto Coca-Cola Brasil (ICCB) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que, há mais de 20 anos, tem como missão a transformação social em larga escala por meio da articulação de parceiros e da capilaridade do Sistema Coca-Cola Brasil. Reconhecido por sua tecnologia social e capacidade de escala, assumiu o compromisso público de, até 2030, elevar o patamar de milhares para milhões de jovens impactados por suas iniciativas, incluindo intencionalmente as perspectivas de equidade de gênero e raça. Para cumprir seu compromisso, redesenhou sua estratégia para focar exclusivamente na inclusão produtiva de jovens e expandiu novas formas de atuação para além de seus programas proprietários. Até hoje, o ICCB já beneficiou 426 mil pessoas.
Termina nessa segunda-feira, 31 de maio, o prazo para entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2021. A declaração pode ser enviada até as 23h59.
Após o prazo, é cobrada uma multa por atraso na entrega da declaração. O valor mínimo da multa é R$ 165,75, mas pode chegar a 20% do valor do imposto devido.
O prazo do envio foi prorrogado por causa da pandemia, no entanto, o cronograma de pagamento das restituições foi mantido. Com isso, o primeiro lote também será pago hoje (31). A decisão de manter o cronograma foi tomada para que não houvesse atraso no pagamento das restituições. Uma medida para reduzir os danos econômicos trazidos pela pandemia.
Raw fresh pacific white shrimp (L. vannamei) caught in farmer’s hand from aquaculture pond
Cuidados com a sanidade é um processo essencial para o crescimento da atividade. Prevenção de doenças é o melhor caminho, diz diretor técnico para a América Latina da Biomin
O Brasil deve produzir 150 mil toneladas de camarão em 2021, projeta a Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). Esse resultado, que representará crescimento de 38% em relação ao ano passado (112 mil toneladas), decorre de uma série de fatores, entre os quais o efetivo controle sanitário da atividade, explica Luciano Sá, diretor técnico regional LATAM da Biomin. “O controle preventivo de contaminações é a melhor forma de garantir alta produtividade e promover a carcinicultura mais sustentável”, explica o especialista, referindo-se aos desafios de sanidade que há duas décadas reduziram drasticamente a produção de camarão no Brasil e tiraram o país do comércio internacional.
Itamar Rocha, presidente da ABCC, reconhece que o crescimento robusto da atividade entre 2016-2020 (86,7%) deve-se, entre outros fatores, aos aprendizados dos produtores sobre a importância ao status sanitário da atividade. “Após a estagnação da produção brasileira devido à ocorrência da Mancha Branca (WSSV) e da Síndrome da Necrose Infecciosa Muscular (NIM), em 2004-2016, ficou claro para o setor que não há espaço para correr riscos quando o assunto é sanidade e ela deve se sobrepor a qualquer outro interesse. Depois que uma contaminação viral ou bacteriana se estabelece em uma determinada região, a reversão do problema é muito mais desafiadora e custosa do que as iniciativas para precavê-la”, alerta o diri gente.
“A prevenção é a melhor estratégia”, reforça Luciano Sá. “Diversos fatores estão envolvidos nesse processo: primeiro, o correto diagnóstico, que passa pelo entendimento do ciclo de vida dos patógenos e em que fase ele está mais ativo. Também precisamos olhar para as espécies e observar a fase em que estão mais vulneráveis. É o caso das larvas de camarão, por exemplo, que ainda não têm sistema imunitário robusto para responder rapidamente às infecções. Esses fatores associados resultam em melhor estratégia preventiva, ao lado de outras ferramentas como protocolos de biosseguridade, análises presuntivas, aplicação de vacinas, cont role sanitário de reprodutores e manejo nutricional”, destaca o especialista da Biomin.
O impacto ambiental é outro ponto de atenção para a carcinicultura. Luciano Sá explica que em todo tipo de produção (agrícola ou animal) há formação de resíduos. No entanto, a responsabilidade das indústrias do setor, incluindo as empresas de insumos, é minimizar esse impacto com o desenvolvimento de soluções sustentáveis.
A exploração aquícola intensiva produz grandes quantidades de resíduos orgânicos que se acumulam no ambiente do tanque. A degradação desses compostos reduz o oxigênio dissolvido, levando à formação de metabólitos tóxicos. “Quando há confinamento e alta densidade no tanque, se não houver um apropriado manejo, alguma doença, mais cedo ou mais tarde, aparecerá. Do ponto de vista econômico, ter uma enfermidade no plantel representa prejuízo pela maior mortalidade e gastos com o controle da infecção”, explica o diretor da Biomin, empresa de soluções naturais para nutrição animal.
A microbiota do camarão é muito associada ao solo do tanque (fundos e taludes). Logo, um depende do outro. Sem a higienização adequada, o fundo passa a acumular resíduos de matéria orgânica e torna-se propício à propagação de doenças. Como exemplo de ação preventiva eficaz, o diretor da Biomin destaca o uso de probióticos, tanto para a degradação da matéria orgânica, como através da colonização benéfica do trato intestinal por bactérias, fortalecendo diretamente o sistema imune. Sua ação também é segura e sustentável nos viveiros, controlando patógenos, eliminando resíduos indesejáveis e reduzindo a formação de lodo.
“A responsabilidade da cadeia da produção de proteínas animais vai além da alimentação da população. Também passa pelo compromisso de garantir o bem-estar animal e minimizar os impactos socioambientais. O uso de aditivos naturais pode representar por exemplo, melhoria na digestibilidade dos nutrientes, o que leva à melhor conversão alimentar e a um menor custo com rações. Controlar a ameaça de agentes patogênicos por meio de soluções nutricionais naturais significa mais segurança, associada a melhores índices produtivos”, conclui Luciano Sá.
O status sanitário é um requisito essencial em termos de segurança alimentar e de acesso aos diferentes mercados. Itamar Rocha lembra que apesar da carcinicultura brasileira ainda ter pouca expressividade no comércio global, a cadeia como um todo trabalha para profissionalizar-se e garantir qualidade e segurança. “Voltar com força às exportações será fundamental para regular os preços praticados pelo mercado interno, que, pela falta de opções, têm sido desfavoráveis aos produtores brasileiros”, pontua o presidente da ABCC.
Micotoxinas estão presentes em 68% das rações e matérias-primas analisadas na América Latina. Na América do Norte, o risco de contaminação é ainda maior: 72% das amostras de milho e em 89% das amostras de cereais
“Os eventos climáticos não estão apenas mais frequentes. Eles também são mais extremos e impactam cada vez mais nossas vidas e, por extensão, a cadeia da produção de alimentos para as pessoas e os animais”. O alerta é de Tiago Birro, Gerente de Produto da Biomin para América Latina – empresa de soluções naturais para nutrição animal da DSM.
A BIOMIN e a Romer Labs realizaram a Pesquisa Global de Micotoxinas: Impacto 2021. E o resultado reforça a relação entre o estresse do meio ambiente e as mudanças climáticas. “Cenários extremos, como desertificação, inundações e flutuações entre os períodos úmidos e secos, afetam o ciclo de vida dos micro organismos. Esse cenário impacta as culturas agrícolas em todos os momentos – do campo até o armazenamento. Nesse ambiente, os fungos produzem cada vez mais micotoxinas. O desafio para a cadeia de produção de alimentos de origem vegetal e animal é crescente”, ressalta Tiago.
A Pesquisa Global de Micotoxinas envolveu a coleta de 21.709 amostras de rações e matérias-primas em 79 países – incluindo o Brasil –, resultando em 96.684 micotoxinas analisadas.
“Um exemplo claro são as baixas precipitações no segundo semestre de 2020, que atrasaram o plantio de soja no Brasil. Algo semelhante ocorreu na Argentina – região afetada pelo fenômeno “La Niña”. Nos Estados Unidos, milho e soja foram afetados por condições climáticas prejudiciais em agosto, em partes da região Centro-Oeste. O início da floração e a época da colheita são determinantes para designar os tipos de micotoxinas que serão produzidos pelos fungos”, explica o especialista da BIOMIN.
Em nível mundial, 65% das amostras ultrapassam o limite considerado seguro. Em termos de prevalência, a campeã global é o Deoxinivalenol (DON), seguido pela Fumonisinas (FUM), Zearalenona (ZEA), Toxina T-2, Aflatoxinas (AFLA) e Ocratoxina (OTA).
“Essa ocorrência e as concentrações de micotoxinas nas rações e nas matérias-primas representam ameaça potencial à produção de suínos, aves, leite, carne bovina e peixes. No caso da Zearalenona, por exemplo, os suínos representam especialmente maior sensibilidade, causando o nascimento de leitões fracos e natimortos, distúrbios na concepção, repetição de cio e abortos. Em bovinos, esta micotoxina pode provocar infertilidade e queda na produção de leite.
A pesquisa global apontou que no Brasil, um dos países mais importantes na produção e exportação de matérias-primas para produção animal, 83% das amostras de milho estavam contaminadas por FUN. Em seguida apareceu a DON com 48% das amostras. A soja brasileira foi afetada principalmente por DON, ZEA e toxina T-2. Já o farelo de trigo estava altamente contaminado com DON. A situação da Argentina foi muito similar à contaminação do milho brasileiro.
Na América Latina como um todo, o risco de contaminação por micotoxinas é alto: 68% de amostras estavam contaminadas. A América Central tem risco considerado extremo, enquanto a América do Sul apresenta risco severo. A FUM é a micotoxina mais abundante nessa região e contamina 84% do milho. DON prevalece em 94% das amostras de cereais.
“A FUM é a micotoxina mais comum em milho no México, com 97% de prevalência, seguida por DON, com 65%. Em ambas, a prevalência aumentou em comparação aos dados de 2019. Na Guatemala, 92% das amostras de rações estavam contaminadas por mais de uma micotoxina”, informa o especialista.
A América do Norte apresentou risco extremo de contaminação; a micotoxina DON foi encontrada em 75% das amostras. A pesquisa da Biomin e Romer Labs constatou alta prevalência dessa micotoxina no milho (71%), seguida por FUM (69%) e ZEA (37%).
“O alerta também é válido em relação aos subprodutos do milho, que se convertem em ingredientes alternativos usados na formulação de alimentos para animais, especialmente em tempos de crise, quando as empresas desejam reduzir o custo das dietas. Os DDGs (coprodutos originados no processamento do milho para obtenção de etanol) foram especialmente susceptíveis à contaminação por FUM, DON e ZEA (92% das amostras estavam contaminadas com mais de uma dessas micotoxinas). Em rações, a pesquisa detectou a micotoxina DON com maior prevalência, em 83% das amostras analisadas”, assinala Tiago Birro.
As principais micotoxinas investigadas estão sujeitas aos limites regulatórios e de orientação, mas Anneliese Mueller, gerente de produto da BIOMIN, alerta para o efeito das micotoxinas emergentes. “Apesar da alta prevalência em commodities agrícolas e efeitos nocivos demonstrados na literatura, essa categoria ainda não é regulamentada. Nos últimos anos, a Autoridade Europeia para a Segurança de Alimentos (EFSA) começou a publicar relatórios para realizar avaliação de risco dessas novas toxinas”, explica Anneliese.
A gerente de produto da BIOMIN reforça a necessidade de colocar em ação a gestão e o controle de micotoxinas em todas as regiões do planeta. “As concentrações elevadas podem causar efeitos clínicos em animais e representam uma grande ameaça à produção de proteínas animais. No entanto, quantidades menores também afetam o desempenho dos animais, principalmente nos sistemas gastrointestinal e imunológico. E isso impacta a produtividade e a consequente produção de alimentos de origem animal. Os desafios são imensos”, diz.
O concurso 2.353 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 40 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste quarta-feira (17) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
Linha completa de probióticos da empresa será apresentada no dia 23 de fevereiro. Evento terá a participação de especialistas para debater os desafios da carcinicultura no Brasil.
A produção de camarões atingiu cerca de 120 mil toneladas no Brasil, em 2020, de acordo com a Associação Brasileira dos Criadores de Camarão (ABCC). O país tem potencial para aumento da oferta nos próximos anos. Para isso, o eficaz controle de enfermidades é um componente essencial. Com o objetivo de contribuir com a expansão dessa atividade, a Biomin – empresa de soluções naturais para nutrição animal – traz ao Brasil a linha de probióticos AquaStar®, que melhora o desenvolvimento de espécies aquícolas a partir da melhoria da saúde intestinal e qualidade da água nos tanques de produção. A apresentação completa da linha acontece no dia 23 de fevereiro, às 16h, pelo link https://ahead.biomin.net/pt-br/pt-br/lancamento-aquastar-br
Especialistas apresentarão conteúdos técnicos atuais sobre importantes desafios sanitários da carnicicultura. São eles: professor José Luiz Pedreira Mouriño, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que abordará o tema “Como a Biorremediação pode ajudar na Aquacultura sustentável”, e o diretor geral da Biomin Equador, Julio M. Achupalas, que irá conversar sobre “Abordagens práticas no Controle de Vibrio”.
“Quando falamos em controle de enfermidades na aquacultura, a água é o fator de maior importância a ser acompanhado de perto. É preciso atender a parâmetros de qualidade, como temperatura, pH, oxigênio e dureza, entre outros. Melhorar o meio é a chave para melhor desempenho e produtividade dos camarões”, explica Julio, da Biomin.
O especialista pede atenção a determinadas enfermidades responsáveis pela restrição da carcinicultura em muitos países. “O uso excessivo de antibióticos e a poluição da água também são temas que precisam ser discutidos de maneira aprofundada. Nossa proposta é que os produtores brasileiros tenham acesso a soluções inovadoras que contribuam para o sucesso dos negócios. É a partir do correto manejo da água, ração de qualidade e medicamentos eficientes que a carnicicultura torna-se importante fonte de alimentos saudáveis e de qualidade com o mínimo impacto ambiental e social”, conclui Luciano Sá, diretor técnico da Biomin para América Latina.
Apesar do cancelamento dos pontos facultativos e das festas de Carnaval em muitos estados e municípios, os bancos não abrirão para atendimento ao público nesta segunda, 15, e terça, 16. O calendário bancário está mantido e o expediente será retomado na quarta-feira (17), às 12, com encerramento em horário normal do fechamento das agências.
Entretanto, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), nas localidades em que as agências fecham normalmente antes das 15h, o início do atendimento ao público será antecipado para garantir o mínimo de três horas de funcionamento.
As contas de consumo e carnês com vencimento em 15 ou 16 de fevereiro poderão ser pagas, sem acréscimo de juros, na quarta-feira (17). Segundo, a Febraban, normalmente, os tributos já vêm com datas ajustadas ao calendário de feriados nacionais, estaduais e municipais, mas caso isso não tenha ocorrido, a sugestão é agendar o pagamento nos caixas eletrônicos, internet banking e pelo atendimento telefônico dos bancos.