A pressão arterial ganhou uma nova classificação no Brasil após atualização conjunta da Sociedade Brasileira de Cardiologia, da Sociedade Brasileira de Nefrologia e da Sociedade Brasileira de Hipertensão.
Agora, a pressão é dividida em três níveis: normal, quando está abaixo de 12 por 8; pré-hipertensão, entre 12 por 8 e 13 por 9; e hipertensão, a partir de 14 por 9.
De acordo com o cardiologista Arthur Carvalho, a mudança tem como objetivo identificar precocemente pessoas em risco cardiovascular.
“A pressão alta ainda é considerada igual ou superior a 14 por 9. Mas aqueles pacientes com pressão acima de 12 por 8 e abaixo de 14 por 9 já são classificados como pré-hipertensos”, explicou.
A hipertensão é uma doença silenciosa e está entre as principais causas de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Nessa fase inicial, o tratamento não envolve medicamentos, mas a adoção de um estilo de vida mais saudável. Entre as recomendações médicas estão boas noites de sono, alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e controle do estresse.
Na prática, esse alerta já começa a se refletir no aumento da procura por academias. O educador físico Emerson Silva observa que muitos alunos chegam motivados pela preocupação em controlar a pressão e evitar complicações.
“A procura cresceu bastante. Antes, os pacientes não levavam tão a sério a recomendação médica de fazer atividade física. Hoje, já entendem que o exercício ajuda não só no controle da pressão, mas também da obesidade, do estresse e de outras doenças”, disse.
A bancária Lana, que sempre manteve uma rotina de exercícios, conta que se surpreendeu ao saber que 12 por 8 já é considerado pré-hipertensão em pessoas com obesidade ou problemas cardíacos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa morre por doenças do coração a cada 90 segundos no mundo. Ainda de acordo com a entidade, 80% dessas mortes poderiam ser evitadas com mudanças simples de hábitos e acompanhamento médico regular.
Por isso, os especialistas reforçam a importância de consultas periódicas.
“É essencial que cada pessoa faça acompanhamento anual com o cardiologista, para verificar a pressão e adotar os cuidados necessários para prevenir doenças cardiovasculares”, destacou Arthur Carvalho.
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta terça-feira o aumento do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), conhecido como fundo eleitoral, para R$ 4,9 bilhões em 2026.O valor representa um salto em relação à proposta enviada pelo governo federal no projeto de Orçamento, que previa R$ 1 bilhão. A mudança foi feita no projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) que ainda precisa ser aprovada pela comissão e pelo plenário Congresso.
Em 2022, na última campanha presidência, o fundo foi de R$ 4,9 bilhões, que corrigidos pela inflação fica em R$ 5,4 bilhões. No pleito municipal, em 2024, o fundo também foi o mesmo valor.
A ampliação foi viabilizada por um rearranjo orçamentário. Do total aprovado, R$ 2,9 bilhões serão retirados da reserva destinada às emendas de bancada estadual e outro R$ 1 bilhão virá do cancelamento de despesas discricionárias, ou seja, de gastos que não são obrigatórios, que saem diretamente do orçamento do governo, mas ainda serão definidos. Isso serão acrescidos ao R$ 1 bilhão que já estava previsto.
Não houve objeção de parlamentares da base para aprovação dessa mudança. A decisão reduz de R$ 14,2 bilhões para R$ 11,2 bilhões o espaço disponível para emendas de bancada no próximo ano.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Census, nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, revelou o cenário da disputa pelo Senado em 2026 entre os eleitores de Mossoró. O levantamento ouviu 800 pessoas, tem margem de erro de 3,4 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.
No recorte do 1º voto, o senador Styvenson Valentim aparece em primeiro lugar com 22,1% das intenções, seguido de perto pela senadora Zenaide Maia, que registra 20,4%, e pela ex-governadora Fátima Bezerra, com 19,7%.
Já no 2º voto, Zenaide Maia lidera com 15,9%, superando Fátima Bezerra (9,0%), Styvenson Valentim (6,4%), Coronel Hélio (6,0%) e Álvaro Dias (5,0%).
Quando somados os percentuais do 1º e 2º votos, a senadora Zenaide Maia desponta como destaque em Mossoró, alcançando 36,3% das intenções de voto, à frente dos demais concorrentes. Fátima Bezerra soma 28,7% e Styvenson Valentim 28,5%, enquanto os demais nomes aparecem com percentuais mais baixos.
O resultado da pesquisa divulgada no Blog do BG evidencia a força de Zenaide no município, colocando-a em posição de vantagem na corrida para o Senado no próximo ano.
Em sessão realizada nesta segunda-feira (29), a Câmara de Upanema aprovou o Projeto de Lei nº 049/2025, de autoria da vereadora Layane Medeiros (PP), que denomina a recém-construída Sala de Raio-X da Unidade Básica de Saúde Dr. José Naelson Bezerra com o nome de Carlos Araújo Gondim.
A iniciativa tem como objetivo homenagear Carlos Araújo Gondim, carinhosamente conhecido como Carlinhos, cidadão upanemense que deixou um legado de serviços prestados à comunidade. A vereadora Layane Medeiros destacou, durante a apresentação da proposta em plenário, a importância da homenagem:
“Carlinhos foi um exemplo de dedicação à família, ao trabalho e à vida pública. Esta é uma forma simbólica, mas significativa, de reconhecer sua contribuição ao nosso município.”
Servidor público de carreira, Carlinhos também atuou como vereador no período de 1989 a 1992, sempre pautando sua atuação pelo compromisso com o bem-estar da população. Ele faleceu em 5 de junho de 2020, aos 65 anos.
A aprovação da lei ocorreu em uma data simbólica: 29 de setembro, quando Carlinhos completaria 71 anos de vida, já que nasceu em 1954. A coincidência da data tornou o momento ainda mais especial e emotivo para amigos, familiares e para toda a comunidade.
A denominação da Sala de Raio-X é vista como uma forma de eternizar a memória de um cidadão que marcou sua trajetória com ética, trabalho e amor à cidade de Upanema.
O Hospital Regional da Mulher Parteira Maria Correia, em Mossoró, vivenciou um marco histórico na tarde desta segunda-feira (29) com a realização do primeiro parto normal de gêmeos desde a inauguração da unidade. O nascimento dos pequenos Gael Fernandes e Maitê Fernandes foi celebrado por toda a equipe médica e multiprofissional envolvida no atendimento.
Filhos do casal Daniela Fernandes e Ivanaldo Silva, naturais de Upanema, os gêmeos nasceram prematuramente, com 34 semanas de gestação. Maitê foi a primeira a chegar ao mundo, às 16h55, seguida por Gael, que nasceu às 17h.
A condução do parto ficou sob a responsabilidade da médica residente em obstetrícia Isabele e da pediatra Suiane. Também integraram a equipe as enfermeiras obstetras Débora, Mikaele e Rita, além das técnicas de enfermagem Ana Clara e Patrícia Monique, que atuaram com dedicação e profissionalismo durante todo o processo.
Gael permanece sob os cuidados da equipe de saúde da unidade, recebendo toda a assistência necessária para seu desenvolvimento. A expectativa é que, em breve, ele receba alta médica e possa retornar com a família para Upanema.
O Hospital da Mulher segue reafirmando seu compromisso com a assistência humanizada, segura e qualificada à saúde da mulher e do recém-nascido, celebrando este momento como símbolo de avanço e confiança da população na estrutura pública de saúde da região.
A cidade de Upanema está temporariamente sem água desde a manhã desta terça-feira (30) em função de um vazamento em adutora que abastece o município. A Caern trabalha no reparo da tubulação e a previsão é de que o serviço seja concluído até a noite desta quarta-feira (1º) e, em seguida, o fornecimento de água será retomado, com normalização gradativa para todas as áreas em até quatro dias (96 horas).
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira, 29, que a readequação das bancadas da Câmara dos Deputados ao Censo de 2022 só terá validade a partir das eleições de 2030, e não para 2026, como estava previsto anteriormente. A determinação de Fux será submetida aos demais ministros do STF, em uma sessão extraordinária do plenário virtual.
A decisão atende a um pedido do presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que argumentou que o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de ampliação das cadeiras ainda não foi analisado pelo Legislativo, o que impediria a aplicação das mudanças.
Fux concordou e ressaltou a necessidade de previsibilidade. “Fica mantido, para as eleições de 2026, o mesmo número de vagas da Câmara dos Deputados para os Estados e o Distrito Federal das eleições de 2022, sem redefinição do número de vagas por unidades da federação”.
Se a decisão for mantida, estados como a Paraíba, que corriam risco de perder cadeiras, seguem com a mesma representação atual até 2030.
O ministro Edson Fachin assumiu nesta segunda-feira (29) a presidência do STF (Supremo Tribunal Federal), em cerimônia que marca o início do biênio 2025–2027. Alexandre de Moraes toma posse como vice-presidente da Corte.
A solenidade ocorre em Brasília e reúne autoridades dos Três Poderes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice Geraldo Alckmin (PSB). O rito inclui execução do hino nacional, leitura dos termos de compromisso e posse, assinaturas e troca de cadeiras no plenário.
Fachin é conhecido pelo perfil técnico e discreto, e deve adotar uma gestão marcada pela institucionalidade e pelo espírito colegiado. A expectativa é de que evite os holofotes e siga uma linha semelhante à da ex-presidente Rosa Weber.
Ainda nesta semana, o novo presidente pauta temas de grande repercussão, como o julgamento sobre vínculo trabalhista entre motoristas e plataformas digitais, envolvendo a Uber.
Fachin também marcou o caso do processo envolvendo o projeto da Ferrogrão, ferrovia que ligará o Pará ao Mato Grosso. Na ação, o PSOL questiona a alteração dos limites do Parque Nacional do Jamanxim (PA), com a destinação da área suprimida pelo projeto ferroviário para escoar produtos agrícolas.
A cerimônia marca a posse de Alexandre de Moraes como vice-presidente. Nos discursos finais, são esperadas falas de Luís Roberto Barroso, do procurador-geral da República, Paulo Gonet, de representantes da OAB e do próprio Fachin, que encerra a sessão solene.
Em menos de um mês, São Paulo registrou nove casos e duas mortes de intoxicação por metanol presente em bebidas alcoólicas adulteradas. As mortes ocorreram na capital paulista e em São Bernardo do Campo, e a causa do envenenamento foi confirmada pelo Centro de Vigilância Sanitária (CVS) nesse sábado (27/9).
A noticia é de JORGE AGLE. A suspeita das autoridades brasileiras é que o metanol tenha sido usado para adulterar bebidas alcoólicas, como gin, whisky e vodka. Ambas mortes são investigadas pela Polícia Civil de cada região.
O metanol é uma substância química líquida, incolor, volátil e inflamável. Na indústria, é utilizado na fabricação de plásticos, combustíveis e medicamentos, além de ser usado como solvente. Em contato com o organismo, o composto é extremamente tóxico, podendo causar cegueira, danos neurológicos e até levar à morte.
Os primeiros indicativos começam a surgir de 12h a 24h após a ingestão da bebida adulterada. Entre os principais sintomas estão:
-Dor de cabeça. -Náuseas e vômitos. -Dor abdominal. -Confusão mental. -Visão turva repentina ou cegueira.
O diagnóstico da intoxicação é realizado através do histórico clínico do paciente, além de exames de sangue e imagem para confirmar a condição.
Para o tratamento, são utilizados antídotos para diminuir a toxicidade, bicarbonato para corrigir a acidez do sangue e vitaminas. Em casos graves, há necessidade de hemodiálise.
“Mesmo com tratamento, muitos pacientes ficam com sequelas visuais permanentes. É uma emergência médica e oftalmológica. O atendimento rápido é essencial para salvar vidas e preservar a visão”, ressalta a oftalmologista Hanna Flávia Gomes, do CBV-Hospital de Olhos, em Brasília.
Longas jornadas de trabalho, rotina estressante, carência de insumos básicos e falta de tempo para estar com a família ou praticar atividade física. Esses são só alguns dos aspectos de um cenário que preocupa profissionais de saúde justamente por envolver a própria categoria – no caso, médicas e médicos.
Quase 40% dos médicos que atuam na região Nordeste têm algum quadro de doença mental. O dado faz parte da nova pesquisa Qualidade de Vida do Médico, produzida pelo Research & Innovation Center da Afya, ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil que está presente em Salvador, Vitória da Conquista, Itabuna e Guanambi. Os resultados regionais foram obtidos com exclusividade pelo CORREIO.
No Brasil, o estudo mostrou que o percentual é ainda maior: 45% dos médicos tiveram algum diagnóstico de transtorno mental. No entanto, os pesquisadores acreditam que isso não quer dizer que os profissionais do Nordeste sejam menos afetados. Uma das hipóteses, segundo o diretor do Research Center da Afya, Eduardo Moura, é de que os médicos aqui procurem menos atendimento – e, portanto, não têm diagnósticos conhecidos ou confirmados.
“Quando a gente analisa também os médicos que procuram atendimento, a gente vê que é menor no Nordeste. Por isso, diria que talvez esteja tendo uma procura menor na região”, diz ele, que é médico e doutorando na Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas.
Na amostra nacional, 22,3% dos médicos têm diagnóstico de depressão, por exemplo, e fazem tratamento com especialista. Entre os nordestinos, são apenas 15% com acompanhamento ativo. Na região, 42% dos profissionais dizem nunca ter tido sintoma de depressão. Situações parecidas ocorrem com transtorno de ansiedade e o burnout (que, ainda que não seja uma doença, é um quadro de adoecimento pela rotina no trabalho). No Nordeste, 48% afirmaram nunca ter apresentado sintomas de burnout.
Outra razão para a hipótese dos pesquisadores é com relação à qualidade de vida. No Brasil, 36% estão muito satisfeitos com sua saúde, enquanto no Nordeste isso cai um pouco. Eles relatam a pior qualidade de vida. Por isso, reforça a hipótese de que estão buscando menos ajuda ou podem ter uma resistência maior. “É um fator alarmante que mostra que precisa mudar a cultura instaurada na Medicina de que tem que trabalhar o tempo inteiro”, pondera.
O Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) informou que não tem dados precisos sobre o acometimento das doenças mentais entre os médicos, mas admitiu que os casos têm surgido. Segundo a entidade, tanto o Cremeb juntamente com o Conselho Federal de Medicina (CFM) têm promovido encontros para debater temas e assuntos relativos à saúde mental da categoria.
“Uma das questões mais prementes são as más condições de trabalho a que os médicos estão submetidos. O excesso de carga laboral é um dos pontos a ser considerado no aparecimento das doenças mentais”, diz o presidente da entidade, Otávio Marambaia.
Condições
De fato, o estudo da Afya identificou que a rotina de trabalho tem os principais estressores, além de uma contribuição recorrente para o adoecimento. Os relatos são de longas jornadas de trabalho, falta de recursos e remuneração insuficiente. Segundo Eduardo Moura, isso vem desde a pandemia da covid-19.
Mas o percentual agora, que é 13% maior do que a pesquisa mostrou no ano passado, no contexto nacional, retorna ao que foi registrado imediatamente no pós-pandemia. “A saúde mental é a ponta do iceberg. É o final de uma série de problemas de saúde que não foram tratados, como não fazer atividade física, não ter um sono constante e uma rotina de trabalho saudável”, acrescenta Moura.
O presidente do Cremeb, Otávio Marambaia, destaca que, muitas vezes, isso se soma à resiliência dos profissionais, que tentam resolver os problemas dos pacientes superando eventuais dificuldades encontradas. No entanto, a recomendação de Marambaia é que as más condições de trabalho devem ser denunciadas aos gestores e à entidade médica.
“Na Bahia, nós estamos promovendo, já há alguns anos, incentivo para que os médicos informem ao Conselho essas dificuldades nos seus locais de trabalho. Essas dificuldades transcendem às condições físicas e atingem as questões de insegurança jurídica nos contratos de trabalho, atrasos de salários e até mesmo calote. Ou seja: o médico trabalha muito, se estressa e, junto a isso, pode não receber sua remuneração”, alerta.
Grupos
A pesquisa identificou, ainda, que alguns grupos registraram maior incidência de doenças mentais: mulheres e jovens. Mulheres, por exemplo, são mais frequentes em todas as etapas da doença. Elas são maioria entre as que têm um diagnóstico e fazem tratamento (25,1%, contra 18,2% dos homens).
Na avaliação de Eduardo Moura, da Afya, historicamente, mulheres buscam mais ajuda e mais acesso à saúde. No meio médico, isso não seria diferente. Entre os homens, muitos recorrem a um profissional e a um tratamento de forma tardia, quando o quadro já é mais grave. “Outro ponto é a questão da dupla jornada das mulheres, que é bem discutida. Muitas dessas mulheres têm que ter rotina como médicas e mães de família”.
De acordo com o presidente do Cremeb, a realidade das médicas têm preocupado a entidade. Para ele, a dupla jornada também tem um peso na saúde mental. “Há também a crescente onda de violência nos locais de trabalho, impactando no seu desempenho”, diz.
Pensando nesse e outros temas, o conselho promove o 1º Fórum Cremeb Mulher na próxima sexta-feira (3). Segundo Marambaia, o evento deve incluir questões sobre o protagonismo feminino na Medicina, uma vez que as mulheres já são mais da metade dos médicos.
Já os médicos mais jovens podem ser afetados pelo próprio mercado. “Eles pegam os pontos de trabalho menos desejados ou mais vulneráveis do ponto de vista de remuneração, com menos disponibilidade de trabalho. Ele é o menos favorecido na cadeia de trabalho”, pontua Eduardo Moura, da Afya. Além disso, os jovens são mais abertos a buscar ajuda.
O presidente do Cremeb, por sua vez, pontua que há consequências também de uma má formação ou formação inadequada, que coloca jovens profissionais despreparados diante de excesso de trabalho e más condições de atuação. “Isso impacta, sem dúvida nenhuma, no aparecimento de consequências danosas à saúde mental com a manifestação de sintomas do burnout, depressão e outras doenças relativas à saúde mental”, conclui Otávio Marambaia.