A ampliação da oferta dos serviços de saúde pela Prefeitura de Upanema, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, não para. Os usuários do SUS (Sistema Único de Saúde) em Upanema agora também contam com cirurgião geral.
O médico Raimundo Rosendo de Oliveira está fazendo consultas na Unidade Básica de Saúde Dr. José Naelson, no bairro Conceição de Upanema, com pacientes que vão passar por procedimentos cirúrgicos mais complexos, como também está realizando pequenos procedimentos cirúrgicos na Unidade Mista de Saúde.
Os atendimentos são agendados na Secretaria Municipal de Saúde, com apresentação de encaminhamento do médico do ESF (Estratégia Saúde da Família) e as cópias dos seguintes documentos: RG, CPF, cartão SUS e comprovante de residência.
Cerca de 60 pacientes já foram atendidos pelo cirurgião geral neste ano, sendo 10 com pequenas cirurgias.
Em meio à vacinação contra a Covid-19, unidades de saúde devem iniciar, a partir de 12 de abril, outra campanha de imunização: a da gripe. A data foi informada nesta terça-feira (16) pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, a expectativa é que sejam vacinados, até 9 de julho, 79,7 milhões de pessoas que fazem parte do público-alvo a quem a vacina é indicada na rede pública –caso de crianças menores de seis anos, gestantes e idosos, entre outros.
A oferta da imunização considera os grupos que têm maior risco de complicações ou mortes pela gripe, situação que deve ajudar, de forma indireta, também na assistência contra a Covid, por reduzir a carga sobre o sistema de saúde. Veja a lista completa dos grupos prioritários abaixo. Ao todo, está prevista a distribuição de 80 milhões de doses de vacinas contra a gripe, produzidas pelo Instituto Butantan. A meta é vacinar 90% do público-alvo dentro do prazo previsto.
Neste ano, a campanha deve ocorrer no mesmo momento em que equipes de saúde voltam a atenção à estratégia de vacinação contra a Covid –situação que tem levado a alertas de especialistas sobre a necessidade de organizar o sistema.
De acordo com a pasta, a ideia é que a vacinação ocorra em momentos diferentes em cada iniciativa, ainda que parte dos grupos sejam coincidentes. Isso ocorre porque não há estudos sobre a aplicação simultânea das vacinas. Neste caso, a recomendação é que as doses contra Covid e influenza sejam aplicadas com 14 dias de intervalo. “Considerando a ausência de estudos sobre a coadministração das vacinas, o Ministério da Saúde não recomenda a aplicação das duas doses simultaneamente. A orientação, neste momento, é priorizar a imunização contra o Covid-19”, informa a pasta.
Assim, no caso de pessoas que fazem parte do grupo prioritário para a vacinação contra a gripe, mas que ainda não foram vacinadas contra a Covid-19, “deve ser priorizada a dose contra a Covid-19 e agendada a vacina contra a influenza, respeitando um intervalo mínimo de 14 dias entre as vacinas”. Para evitar que haja coincidência entre os grupos, a campanha de vacinação contra a gripe deve ser organizada em três etapas, com ordem diferente da aplicada nos últimos anos.
Em geral, a vacinação é iniciada por idosos. Neste ano, no entanto, deve começar com crianças menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas e trabalhadores de saúde. Em seguida, a campanha será voltada a idosos e professores. Já os demais grupos entram na terceira fase.
Em nota, a pasta frisa ainda que a vacinação contra a gripe “é extremamente importante para a proteção dos grupos mais vulneráveis”.
Além de reduzir o risco de complicações e mortes pela gripe, a vacina também ajuda a reduzir sintomas que podem ser confundidos com a Covid. “Em um cenário de saturação dos serviços de saúde, em razão do aumento no número de casos de Covid-19, a vacinação contra a influenza assume particular relevância para proteger populações vulneráveis em risco de desenvolver formas graves da doença e reduzir o impacto das complicações respiratórias atribuídas à influenza na população, aliviando a sobrecarga no sistema de saúde durante a pandemia pela Covid-19”, diz informe técnico divulgado pela Saúde. “Desta forma, os profissionais da saúde devem se valer de todas as oportunidades durante a temporada de vacinação contra a influenza para vacinar todas as pessoas elegíveis”, completa o documento, que recomenda que estados adotem medidas de prevenção para evitar filas e aglomerações.
Entre essas medidas, está reservar um local específico das unidades de saúde apenas para a vacinação contra a gripe. A campanha de vacinação contra a gripe é realizada no país desde 1999. O imunizante protege contra três tipos de vírus da gripe, definidos a cada ano de acordo com aqueles que predominam em circulação.
CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE
Data: de 12 de abril a 9 de julho
Público-alvo: crianças com mais de seis meses e menores de seis anos, gestantes, puérperas [mulheres com até 45 dias após o parto], indígenas, trabalhadores da saúde, idosos, professores das escolas públicas e privadas, pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e população privada de liberdade
Distribuição dos grupos: em três etapas, sendo que a primeira (de 12/04 a 10/05) deve ocorrer para crianças maiores de seis meses e menores de seis anos, gestante, puérperas, povos indígenas e trabalhadores de saúde
Vacina e exames preventivos são caminhos para combater esse tipo de câncer
Março é o mês da mulher e, não à toa, a campanha Março Lilás é voltada para a saúde feminina, em alusão a Prevenção e Combateao Câncer de Colo de Útero. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), é considerado o terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres – com exceção do câncer de pele não melanoma – e a quarta causa de morte pela doença, no Brasil. Em 2020 foram diagnosticados mais de 16 mil novos casos e o principal fator de risco é a infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), transmitido sexualmente.
A infecção genital através desse vírus é frequente e não causa maiores complicações. Contudo, em alguns casos surgem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. E o melhor caminho é o da prevenção do HPV e por meio de exames preventivos, como o Papanicolau, ao qual rastreia alterações nas células do colo do útero, e quanto mais cedo diagnosticadas, maior a chance de cura.
Sobre os sintomas, a oncologista da Clínica de Oncologia e Mastologia de Natal, Dra. Lygia Soares comenta que o câncer de colo de útero é uma doença de desenvolvimento lento e que pode não apresentar sintomas na fase inicial. “Já nos casos mais avançados, pode evoluir com sangramento vaginal intermitente ou após a relação sexual, secreção vaginal anormal, dor abdominal associada a queixas urinárias ou intestinais”, esclarece.
O início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros; tabagismo – uma vez que a doença está relacionada à quantidade de cigarros fumados; e uso prolongado de pílulas anticoncepcionais aumentam os fatores de risco. E o principal meio de prevenção do câncer de colo de útero é diminuindo o risco de contágio pelo HPV, pois a transmissão da infecção advém por via sexual, o que, consequentemente, sua prevenção dar-se também a partir do uso de preservativos (camisinha masculina ou feminina). Durante a relação sexual com penetração, a camisinha protege parcialmente do contágio do HPV, que também é capaz de ocorrer por intermédio do contato com a pele da vulva, região perineal e bolsa escrotal.
E, a vacina tetravalente, para meninas de 09 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Essa vacina protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. Sendo os dois primeiros causadores de verrugas genitais e os dois últimos responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer do colo de útero.
Tanto a vacina quanto o exame Papanicolau são complementos para a prevenção do câncer. Lembrando que as mulheres a partir dos 25 anos, mesmo vacinadas, o ideal é fazer exames preventivos periodicamente, pois a vacina não protege contra todos os tipos oncogênicos do HPV.
“No geral, as chances de cura são baseadas no estágio do câncer no momento do diagnóstico. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior a chance de cura”, enfatiza a Dra. Lygia. E, após o diagnóstico e estadiamento do câncer (processo para determinar a localização e extensão da doença no corpo), o médico é quem irá discutir junto ao paciente a melhor opção de tratamento, levando em conta o estado de saúde, as preferências pessoais do paciente e a idade.
De acordo com informações do Ministério da Saúde, foram identificadas variantes do coronavírus, até o momento, em 204 pacientes brasileiros. Os dados são até 20/2, uma vez que mais amostras estão passando por sequenciamento genético diariamente.
Segundo a pasta, 20 dos casos eram da variante B.1.1.7, conhecida como variante britânica, e foram identificados em São Paulo (11), Bahia (6), Goiás (2), Rio de Janeiro (1). Os dois casos que eram atribuídos ao Distrito Federal foram transferidos para Goiás, uma vez que os pacientes moram em cidades do Entorno.
Quanto à variante P.1, que apareceu pela primeira vez no Amazonas, 184 casos foram diagnosticados em 17 estados: Amazonas (60), São Paulo (28), Goiás (15), Paraíba (12), Pará (11), Bahia (11), Rio Grande do Sul (9), Roraima (7), Minas Gerais (6), Paraná (5), Sergipe (5), Rio de Janeiro (4), Santa Catarina (4), Ceará (3), Alagoas (2), Pernambuco (1) e Piauí (1).
Ainda não há nenhum caso da variante sul-africana que tenha sido detectado nas análises genéticas feitas até o momento.
Pesquisadores franceses informaram que testes rápidos para detectar o coronavírus estarão disponíveis em smartphones em pouco tempo.
O teste utiliza um fragmento do anticorpo chamado nanocorpos dos camelídeos. Esse fragmento do anticorpo é inserido em eletrodos que, ao entrar em contato com a proteína que reveste o novo coronavírus, sofre uma alteração na corrente elétrica. Isso faz com que o sistema consiga detectar a presença ou não do coronavírus.
O aparelho é como se fosse um USB com sensor que deve ser conectado no celular. Para fazer o teste a pessoa deve coletar uma amostra nasal, como a do exame RT-PCR.
A amostra deve ser colocada em contato com o sensor do aparelho para a corrente elétrica ser mostrada na tela do celular. Dependendo da intensidade do sinal do paciente é possível detectar se o resultado é positivo ou negativo.
Uma pesquisa conduzida pela Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriu que o componente capsaicina, presente na pimenta, pode ajudar a diminuir os sintomas da rinite não alérgica e da congestão nasal.
Os testes com o spray nasal feito com a substância demonstraram que o produto foi capaz de eliminar os sintomas em cerca de 40% dos participantes após 12 semanas de uso. Os dados foram publicados na revista científica International Forum of Allergy & Rhinology.
O estudo foi feito com 22 pacientes. Metade deles recebeu o spray de pimenta para esguichar em cada narina cinco vezes, com intervalos de uma hora entre os tratamentos. O restante aplicou um spray placebo, feito de água — ou seja, sem eficácia. Os participantes repetiram as aplicações ao longo de quatro semanas e refizeram o processo depois de oito semanas.
A proliferação do novo coronavírus no mundo fez com que simples gestos de cordialidade ou afeto, fossem proibidos na sociedade atual. Aperto de mãos, abraços ou qualquer outro tipo de cumprimento devem ser evitados. Tudo porque, diferente de outros tipos de vírus, essa doença é muito mais contagiosa e se alastra rapidamente, colocando em risco pessoas com baixa imunidade como idosos e pacientes com problemas respiratórios.
Mas além do contato físico, a saliva também pode ser um forte elemento para a transmissão e contágio da Covid-19. Na verdade, especialistas alertam que todo vírus, inclusive dessa doença, pode ser pego e transmitido através da saliva.
Embora a saliva natural proporcione vários benefícios para a saúde bucal, como facilitar o processo digestivo, umedecer e proteger a mucosa oral e prevenir os dentes de doenças, a saliva também pode abrigar milhões de bactérias. Toda essa situação torna a boca um ambiente favorável para outros microrganismos, como o coronavírus.
Rafaela Magda, dentista do Hapvida e mestre em odontologia clínica, explica que os cuidados precisam ser mantidos como forma de proteção. “Nós já sabemos que a transmissão do coronavírus se dá através de partículas presentes no ar, através do contato das mãos sujas na cavidade bucal e nasal (boca e nariz) e nos olhos. Mas o alerta que faço hoje é para o cuidado com o compartilhamento de objetos pessoais como escova de dente, garfo, faca, copo, e até com o contato físico da saliva”, lembra ela.
A dentista ainda faz o alerta que em épocas como carnaval e feriados o risco de contaminação pode aumentar.
“Então é importante que tenhamos consciência que gestos simples sem malícia como um beijinho, um aperto de mãos, um abraço, podem ser transmissão do coronavírus. E em épocas de pandemia se faz importante que nós tenhamos esses cuidados, apesar de não estar tendo um feriado tão popular como o carnaval, é importante que você faça a sua parte e se mantenha em casa e evite a propagação desse vírus nesse momento tão difícil que nós estamos vivendo”, completa.
Estar atento à saúde das crianças pode prevenir inúmeras doenças comuns na infância. Algumas delas como a leucemia pode ser confundida com outras enfermidades, isso acontece por que os sintomas são similares.
Palidez, cansaço e sonolência, hematomas, febre, constantes infecções, linfonodos (caroços) e baço aumentados, dores de cabeça e vômito, dor óssea e nas juntas, perda de peso sem explicação são os sintomas que apontam para uma possível leucemia.
O hematologista do Sistema Hapvida, Dr. Francisco Junior, explica que “como todas as células do sangue, as células da leucemia percorrem todo o corpo. Dependendo do número de células tumorais, e do local onde estas células se depositam, uma pessoa com leucemia pode apresentar sintomas variados”.
De acordo com o especialista, nas fases iniciais da leucemia crônica as células tumorais funcionam quase normalmente. Os sintomas podem não aparecer, durante muito tempo. Já na fase aguda, os sintomas surgem e pioram rapidamente. Algumas pessoas desenvolvem feridas nos olhos ou na pele e pode afetar o aparelho digestivo, os rins, os pulmões ou outras partes do corpo.
O principal exame de sangue para confirmação da suspeita de leucemia é o hemograma. Em caso positivo, o hemograma estará alterado, mostrando na maioria das vezes um aumento do número de leucócitos (na minoria das vezes o número estará diminuído), associado ou não à diminuição das hemácias e plaquetas. Outras análises laboratoriais devem ser realizadas, como exames de bioquímica e da coagulação, e poderão estar alteradas.
A confirmação diagnóstica é feita com o exame da medula óssea (mielograma). Nesse exame, retira-se uma pequena quantidade de sangue, proveniente do material esponjoso de dentro do osso, para análise citológica (avaliação da forma das células), citogenética (avaliação dos cromossomos das células), molecular (avaliação de mutações genéticas) e imunofenotípica (avaliação do fenótipo das células).
O tratamento difere de acordo com o subtipo (agudo ou crônico) e tipo celular afetado(mieloide ou linfoide). Nos últimos anos, houve um grande avanço no tratamento da doença com o desenvolvimento de drogas inteligentes, alvo-específico, o que possibilitou um aumento na sobrevida dos pacientes. Dentre os tratamentos possíveis, está o transplante de medula óssea.
Ao longo deste mês, a campanha Fevereiro Laranja alerta para o combate a leucemia e destaca a importância da doação de medula óssea.
A Prefeitura de Upanema, através da Secretaria Municipal de Saúde, está desenvolvendo uma programação diversificada em alusão ao Dezembro Vermelho, campanha que tem o objetivo de chamar atenção para as medidas de prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos das pessoas infectadas com o HIV.
Entre as ações programadas estão rodas de conversas nas Unidades Básicas de Saúde, orientando, tirando as dúvidas da população sobre os métodos de prevenção e tratamento, além da realização de testes rápidos.
As atividades tiveram inicio na manhã do dia1°, Dia Mundial de Luta Contra a Aids, com a realização de uma blitz educativa na entrada da cidade, sentido Mossoró-Upanema, com a entrega de preservativos e panfletagem.
Os testes continuam à disposição e a equipe de saúde pronta para falar sobre o assunto com a população.
Posteriormente, foram realizadas rodas de conversa nas Unidades Básicas de Saúde Dr. José Naelson Bezerra, no bairro Conceição de Upanema, e Maria Marlusa, no bairro Pêgas, contando também com a oferta de testes rápidos e a atualização da caderneta de vacinação.
A Unidade Básica de Saúde “Maria Marlusa de Medeiros Bezerra”, no bairro Pêgas, é mais uma marca da incompetência e da falta de compromisso da ex-prefeita Maristela Freire (MDB), e do seu vice-prefeito Manezinho (MDB), que é candidato da coligação “Upanema Feliz outra Vez” à Prefeitura de Upanema.
Maristela é enfermeira e foi eleita em 2012 com a promessa de alavancar a Saúde em Upanema, mas a realidade nos quatro anos de sua gestão foi bem diferente daquelas prometidas em campanha.
A população sofreu com a falta de medicamentos não só na Farmácia Básica, mas também na própria urgência e emergência da Unidade Mista de Saúde. Faltava comida para os profissionais de plantão, e até mesmo para os pacientes em internamento; obras abandonas, exames sem marcação, profissionais desvalorizados são algumas das muitas crueldades dessa dupla que tocou terror na cidade.
Upanema não pode regredir! É hora de avançar e da continuidade aos avanços na Saúde em Upanema. Vamos à luta!