Saúde

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SECRETARIA DE SAÚDE COBRA PORTARIA PARA INSTALAÇÃO DO CAPS

A secretária municipal de Saúde, Goreth Sales, participou, nesta sexta-feira (28), de reunião no Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Estado do Rio Grande do Norte, em Natal.

Na oportunidade, Goreth cobrou a publicação de portaria autorizando a instalação do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) em Upanema, cujo projeto já foi aprovado na Câmara Municipal no ano passado.

A secretária também tratou de convênios para a oferta de novos serviços aos usuários do SUS em Upanema.

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PANDEMIA ESTÁ LONGE DO FIM, AVALIA DIRETOR-GERAL DA OMS

Em alerta emitido a líderes mundiais, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a pandemia do novo coronavírus “não está nem perto do fim”. O dirigente também combateu a interpretação de que a Covid-19 pode ser menos grave se contraída por meio da variante Ômicron.

“A narrativa de que ela é uma doença leve é enganosa”, disse ele. “Não se engane, a ômicron está causando hospitalizações e mortes — e mesmo os casos menos graves estão enchendo as unidades de saúde.”

Os números na Europa confirmam a visão de Adhanom. A França registrou quase meio milhão de novos casos diários na terça-feira (18). Nesta quarta-feira (19), pela primeira vez desde o início da pandemia, mais de 100 mil novas infecções foram registradas na Alemanha em 24 horas.

Para o diretor da OMS, “com o incrível crescimento global da ômicron, novas variantes provavelmente surgirão, e é por isso que o rastreamento e a avaliação permanecem críticos”.

G1

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93% DAS CIDADES DO BRASIL REGISTRAM ALTA DE CASOS GRIPAIS, DESTACA PESQUISA

O aumento de casos de Covid-19, em função do avanço variante Ômicron, e o surto de Influenza no Brasil atingiram praticamente todos as regiões do país.

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgado nesta sexta-feira (14), sinaliza que 93,9% das cidades brasileiras registram aumento ‘preocupante’ de pessoas com síndrome gripal nas últimas semanas. Os dados foram compilados entre 10 e 13 de janeiro, a partir da resposta de 1,8 mil prefeituras.

Apesar do surto de Influenza também ter causado um aumento de casos gripais, foi a nova variante da Covid-19 que mais afetou as cidades brasileiras. Segundo a pesquisa, 83% dos municípios do país garantem que as contaminações por coronavírus cresceram nas últimas três semanas.

Já quando perguntadas sobre os casos de gripe H3N2, 61% afirmam que os contágios também aumentaram, enquanto 28% dizem que não.

Por fim, a pesquisa também mostra que o aumento de casos de Covid-19 já impacta a rede de saúde de pelo menos 25% dos municípios brasileiros. Segundo o levantamento da CNM, uma em cada cinco cidades do país já apresentam estoque baixo de testes rápidos para a detecção do novo coronavírus.

O mesmo acontece com os medicamentos usados para combater a gripe H3N2. O estudo revela que os dois principais remédios utilizados para o tratamento de Influenza, Oseltamivir e Tamiflu, estão em falta em quase 30% das cidades do país.

CNN Brasil

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PORTAL DE TELEMEDICINA DO SISTEMA HAPVIDA ULTRAPASSA A MARCA DE UM MILHÃO DE ATENDIMENTOS REALIZADOS

Saude

Desde abril de 2020, a operadora de saúde conta com a plataforma de teleconsultas, que tem um programa de telemedicina hospitalar

O Sistema Hapvida ultrapassou a marca de mais de um milhão de atendimentos de telemedicina realizados no Brasil. Desde abril de 2020, a operadora de saúde conta com a plataforma de teleconsultas, que tem um programa de telemedicina hospitalar, voltado para as urgências em Cardiologia, Neurologia, Psiquiatria e paciente críticos; e os programas de teleconsultas eletivas, a Clínica Digital, e de urgência, o Pronto Atendimento Digital.

“A Teleconsulta é uma plataforma de uso intuitivo, que pode ajudar os beneficiários a acessar a saúde de maneira rápida, fácil, desburocratizada e com segurança. Isso pode reduzir custos pela chance de se evitar idas desnecessárias a pronto atendimentos físicos, além de proporcionar uma experiência mais fluida e agradável para os pacientes. Não podemos esquecer que já somos uma sociedade digital, e que a saúde não irá ficar fora disso”, pontua José Luciano Monteiro Cunha, Diretor Médico Corporativo de Saúde Digital Hapvida.

A resolutividade do atendimento on-line é um dos pontos destacados pelo executivo. Para ter acesso à teleconsulta, o paciente pode acessar o aplicativo do Hapvida ou o site www.hapvida.com.br/teleconsulta. “Unimos toda a experiência da teleconsulta em um só portal, com a fluidez da nossa interface intuitiva e a comodidade do recebimento de documentos eletrônicos dentro do portal, à disposição para download e via SMS. No portal, também é possível fazer o agendamento de teleconsultas eletivas e realizar o acesso ao Pronto Atendimento Digital”, acrescenta Dr. Luciano.

A procura pelas soluções de saúde digital tem aumentado progressivamente. Na segunda onda da covid-19, 85 mil teleconsultas foram realizadas por mês. A maior faixa etária de pacientes que usam o portal de telemedicina do Hapvida está na faixa de 35 a 50 anos, o que representa 30% dos usuários. Para Adria Cândido, Diretora Corporativa de Digital Health e Clínicas médicas Brasil do Sistema Hapvida, “A tecnologia é a propulsora de diversas transformações. O cuidado centrado no paciente é uma característica dessa tecnologia e isso pode aumentar o acesso aos serviços de saúde e reduzir usos desnecessários. As pessoas têm direito ao cuidado quando e onde quiserem, e essa praticidade faz parte de uma saúde inteligente. Nossa missão é facilitar a vida dos nossos clientes, por isso, investimos tanto em tecnologia e inovação”, destaca Adria.

Para atuar com saúde digital, os profissionais do Hapvida passam por um processo de capacitação, que demanda aprovação mínima de 80% na avaliação. A plataforma leva em consideração o cumprimento de protocolos internacionais de segurança de dados da saúde e a LGPD (Lei de Proteção de Dados).

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HAPVIDA DOA MAIS DE 1.700 CESTAS BÁSICAS PARA FAMÍLIAS VÍTIMAS DAS ENCHENTES NA BAHIA

Ao todo, são 13,65 toneladas de alimentos que serão entregues no dia 30/12, na associação Voluntárias Sociais da Bahia, em Salvador

Solidariedade é uma palavra que precisa ser vivida na prática. Neste dezembro, centenas de pessoas enfrentam dificuldades em decorrência das chuvas na Bahia. Por isso, os executivos da empresa, consternados com a situação, se reuniram e organizaram uma mobilização para doação de 1.784 cestas básicas, sendo que cada cesta pesa 7,65 Kg. O caminhão com as cestas será entregue na associação Voluntárias Sociais da Bahia, no dia 30/12, às 13h, para distribuição nas regiões mais atingidas. A associação tem como presidente a primeira dama do estado, Aline Peixoto.

Para o presidente do Sistema Hapvida, Jorge Pinheiro, é fundamental o envolvimento de toda sociedade em situações tão extremas de calamidade. “A solidariedade faz parte da nossa missão. Ao todo, são 13,65 toneladas de alimentos doados. Isso promove esperança de dias melhores. Espero que outros grupos, empresas e pessoas possam ajudar quem mais precisa nesse momento. Se cada um ajudar um pouquinho podemos diminuir todo esse sofrimento. Nossa total solidariedade ao povo baiano”, destaca Jorge Pinheiro.

Além desta doação, a companhia disponibiliza pontos de coletas de alimentos não perecíveis em suas unidades no estado, para que outras pessoas possam colaborar.

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HOSPITAL ANTÔNIO PRUDENTE RECEBE AUTORIZAÇÃO PARA REALIZAR TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA ENTRE PARENTES DIRETOS

O Hospital Antônio Prudente foi autorizado pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Saúde do Estado do Ceará a realizar transplante de medula óssea alogênico aparentado. O procedimento consiste em realizar a transferência de um indivíduo para outro, desde que haja parentesco direto, como pais e irmãos.

O hospital já era credenciado para a realização do transplante de medula óssea (TMO) autólogo, que acontece quando o doador é o próprio paciente, usando a medula dele mesmo. Nesta modalidade, já foram realizados 53 procedimentos, com taxa de sucesso próxima a 95%, o resultado colaborou para que uma intervenção mais complexa fosse possível.

“Neste transplante, o doador escolhido não é o próprio paciente, mas sim um parente direto, de primeiro grau, um dos irmãos, um dos pais ou um filho, se o paciente tiver. É um tipo de TMO que requer um grau maior de expertise da equipe multiprofissional envolvida e somente centros de excelência conseguem a sua aprovação para realizá-lo”, explica o Dr. Emmerson Eulálio, hematologista e responsável técnico pela unidade de TMO do Sistema Hapvida.

A possibilidade de realização do procedimento em uma rede da abrangência do Hapvida é uma vitória contra enfermidades graves e potencialmente fatais. No Brasil, a maioria dos centros autorizados a realizar o TMO alogênico se concentra em regiões Sul e Sudeste, havendo poucos centros habilitados na região Nordeste e nenhum na região Norte.

De acordo com Anderson Nascimento, Head da Rede Própria do Sistema Hapvida, “com todos os investimentos que são realizados na nossa rede própria, o Hospital Antônio Prudente está preparado para realizar esse procedimento tão importante para salvar vidas, nossa maior missão. Continuaremos empenhados e trabalhando, diariamente, para promover saúde e bem-estar aos nossos clientes”.

“O Hospital Antônio Prudente alcança um novo patamar de atuação, em consonância com uma medicina de ponta oferecida pelos melhores centros médicos do país. Já temos alguns pacientes em avaliação para a realização do procedimento. É um processo delicado que requer a realização de vários exames, algumas vezes associados a terapias preparatórias, buscando sempre a condição mais segura para o paciente. Estamos trabalhando em conjunto com a direção e com colegas de todo o país que compõem a rede”, finaliza Dr. Emmerson Eulálio.

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“PRESSA É INIMIGA DA PERFEIÇÃO”, DIZ MINISTRO DA SAÚDE SOBRE VACINA PARA CRIANÇAS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta 2ª feira (20.dez.2021) que os pais de crianças de 5 a 11 anos terão resposta do governo sobre a vacinação desse grupo contra a covid-19 no momento certo. Afirmou a jornalistas que o foco do Ministério da Saúde agora é a aplicação das doses de reforço contra a doença.

“A pressa é a inimiga da perfeição. O principal é a segurança. No ano de 2021, considerando o pico, crianças de 5 a 12 anos [foram] menos de 150 óbitos. Não que esteja menosprezando. Cada vida é importante”, disse.

Nesta 2ª feira, voltou a dizer que a avaliação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a favor da imunização desse grupo não basta e que será preciso também a do próprio Ministério da Saúde, após 5 de janeiro. Depois dos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL), porém, Queiroga elogiou a agência.

“Os pais terão a resposta no momento certo, sem açodamento, é necessário fazer a análise técnica, não vou me manifestar com base apenas num documento público de 3 páginas. Preciso do documento e, aliás, já solicitei. E quero destacar que a Anvisa tem feito um excelente trabalho durante a pandemia”, disse.

Ministro se irrita

Em 16 de dezembro, o chefe do ministério afirmou que não havia tempo suficiente para começar a vacinar crianças de 5 a 11 anos ainda em 2021. Nesta 2ª feira, bateu boca com jornalistas que perguntaram sobre previsão de data de início da imunização do grupo.

“Eu já disse a você. Não é imediato. Não tem isso de imediato. Aliás, porque não há premência para isso. Não. Claro que não. Tem que se fazer 1º a análise técnica. E eu já expliquei para você aqui que em Portugal a aprovação se deu e só começaram a vacinar 1 mês depois”.

Poder 360

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RN REGISTRA AUMENTO DE 809% NA DETECÇÃO DE CASOS DE SÍFILIS

Os registros de casos de sífilis, um infecção bacteriana que pode levar à morte quando não tratada adequadamente, aumentaram 809% no Rio Grande do Norte de 2011 a 2020, conforme dados do mais recente Boletim Epidemiológico Sífilis da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN).

Os números foram analisados por preceptores médicos e multiprofissionais no Instituto Santos Dumont (ISD), em Macaíba (RN). Por estar presente em todos os perfis sociais e regiões do estado, a sífilis é caracterizada como uma epidemia no território potiguar.

Chama atenção o aumento da taxa de detecção da sífilis adquirida: de 5,1 casos por 100 mil habitantes em 2011, para 42,7 casos por 100 mil habitantes em 2020 – representando uma elevação de 737,3%.

A sífilis é uma doença bacteriana causada pelo Treponema Pallidum. Quando tratada, pode ser curada. É transmitida, principalmente, através da relação sexual desprotegida e da mãe para o bebê na hora do parto, o que se chama de transmissão vertical. De acordo com a Sesap/RN, “quando não tratada precocemente, pode evoluir para uma enfermidade crônica com sequelas irreversíveis em longo prazo”.

De acordo com a preceptora médica infectologista do ISD, Manoella Alves, o assunto precisa ser tratado com urgência. “Temos a junção de uma maior testagem para a doença associada ao aumento real de novos casos. O que precisamos fazer com esses números em mãos, é ter ciência da urgência do assunto e realizar um trabalho massivo junto à população, principalmente aos grupos com maior incidência da doença, para que se conscientizem da importância da testagem, tratamento e da relação sexual protegida”, ressalta a especialista.

Conforme o Boletim Epidemiológico da Sesap/RN, entre os anos em referência, foram confirmados 9.043 casos de sífilis adquirida. A maioria deles – 4.997 – foi notificada na 7ª Região de Saúde (Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Macaíba). É na capital, porém, que estão concentrados 41,3% do total de casos em todo o estado.

No mesmo período, foram registradas 4.591 grávidas com a infecção e 4.324 ocorrências de sífilis congênita. As taxas de detecção da doença no Rio Grande do Norte aumentaram significativamente de 2010 para 2020, conforme detalhado no documento: 2,9 vezes em relação à sífilis congênita; 5,6 vezes no que diz respeito à sífilis em gestantes, e 8,3 vezes no tocante à sífilis adquirida.

“A sífilis é uma epidemia pela quantidade de casos registrados, por existir em todos os territórios e populações. Creditamos os números atuais ao aumento dos testes, à sensibilização dos profissionais na realização dos testes rápidos e isso tem favorecido o diagnóstico. O aumento de casos não pode ser avaliado somente como um ponto negativo. Há o acesso ao tratamento oportuno para que o ciclo da doença se quebre. Os casos já existiam e o que está acontecendo é a ampliação da testagem e da notificação compulsória. Isso não é ruim, avaliando por essa vertente. O que é ruim é desconhecer os casos e não tratá-los”, ressalta Renata Gadelha, técnica do Programa de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Sesap/RN. A pasta atua na detecção dos municípios que não notificam os casos de sífilis, questionando se os testes não estão sendo aplicados, o que configura os casos silenciados.

Os homens, conforme ocorre em outras infecções sexualmente transmissíveis, como o HIV, por exemplo, concentram o maior número de casos. No período analisado, 53,3% das ocorrências foram registradas em pessoas do sexo masculino contra 46,7% em pessoas do sexo feminino. A faixa etária que mais concentra notificações é a que vai dos 20 aos 29 anos (36,9%). No mesmo intervalo de tempo, na faixa etária de 10 a 19 anos, em ambos sexos, as taxas de detecção cresceram 2.270% e 1.137%, respectivamente. A taxa de detecção de sífilis congênita em 2020, porém, pode estar subnotificada. A Sesap aponta redução de 12,2% no número de testes rápidos aplicados para sífilis no estado em virtude da pandemia da covid-19.

Sífilis na gestação

Entre janeiro de 2010 e dezembro de 2020, em todo o estado, a Sesap notificou 4.591 casos da infecção em gestantes – 405,9% de alta. Essa elevação pode estar relacionada à ampliação do acesso ao diagnóstico na atenção básica, às mudanças nos critérios de definição de sífilis em gestante no final de 2017 e melhorias nos registros de notificação, lista a Sesap. A maioria dos casos (46%) foi identificada no terceiro trimestre de gestação. De todas as grávidas infectadas, 363 (8%) não realizaram tratamento. Na década em destaque, 60 óbitos em bebês foram registrados para a doença. A infecção também provocou 59 abortos. Outras 34 crianças com menos de um ano de idade morreram em razão das consequências da sífilis.

HIV/Aids

Entre os anos de 2010 e 2020, os casos de infecção pelo HIV no Rio Grande do Norte cresceram 93,1%, saindo de 3.190 para 6.158 na década analisada. No estado, a Sesap detalha aumento de registros de casos em todas as faixas etárias, em ambos os sexos, assim como entre grávidas e na ocorrência de óbitos pela infecção. No dia 1º de dezembro, ações em todo o mundo foram dedicadas ao Dia Mundial da Aids, doença que já matou aproximadamente 33 milhões de pessoas desde sua descoberta, no início dos anos 1980.

O Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi (Anita), uma das unidades do ISD, é referência estadual para o Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimento de mulheres grávidas infectadas pelo vírus. De 2018 a 2020, o número de mulheres infectadas pelo HIV que realizam o pré-natal no Anita aumentou 45,45% – saindo de 11 para 16. De janeiro a setembro deste ano, 12 pacientes nessa condição tinham iniciado o tratamento multiprofissional, com equipe composta por infectologista, ginecologista e obstetra, psicóloga, enfermeira, assistente social e farmacêutica bioquímica.

“Todas as gestantes que entram no Anita, em algum momento, irão fazer o teste rápido para HIV, sífilis e hepatites virais. O protocolo do Ministério da Saúde define que sejam realizados testes no primeiro trimestre de gestação, no início do pré-natal e outro no terceiro trimestre de gravidez. No momento do parto, a mãe é novamente testada para HIV e sífilis. Os dados do Boletim atual da Sesap apontam um reflexo do aumento do número de casos nesse público. A triagem durante a gestação é muito eficiente”, aponta Carla Glenda Souza da Silva, preceptora multiprofissional psicóloga do ISD. Ela ressalta, porém, que além dos casos de infecção pelo HIV, há uma prevalência de ocorrência de sífilis entre as mulheres grávidas que pode resultar em sequelas irreversíveis ao bebê, como doenças neurológicas graves, caso não tratada a tempo e de forma hábil.

G1RN

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DEZEMBRO VERMELHO: INFECTOLOGISTA EXPLICA A DIFERENÇA DO VÍRUS HIV E AIDA, ALÉM DA IMPORTÂNCIA DE TER O DIAGNÓSTICO PRECOCE E O TRATAMENTO ADEQUADO

Muita gente não sabe a diferença do Vírus HIV e AIDS. Pensando nisso, a Infectologista do Hapvida, Ana Raquel de Seni, vai tirar a sua dúvida em relação a isso.

“O HIV é o vírus da imunodeficiência humana e tem a característica de atacar o sistema imunológico; assim a imunidade fica mais frágil e o organismo fica mais suscetível a infecções que seriam facilmente combatidas por um sistema imunológico competente. A AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Humana), é a doença causada pelo vírus HIV, e ocorre quando há o comprometimento do sistema imunológico e pode manifestar-se com doenças graves, que geralmente acometem o pulmão, o cérebro e os olhos. São provocadas por fungos, parasitas, bactérias e vírus”, explica Dra. Ana Raquel.
O vírus HIV é transmitido, principalmente, por relações sexuais, ou da mãe para o filho durante a gestação e o parto, e também através do sangue.

Hoje, no Brasil, o tratamento para o HIV é fornecido pelo Sistema Único de Saúde- SUS, de forma gratuita. “O tratamento é composto por comprimidos. Hoje temos a possibilidade de esquemas com um número reduzido de comprimidos e muito potentes com poucos efeitos colaterais. A pessoa que faz o tratamento adequado por seis meses ficará com a carga viral indetectável e não transmite o HIV”, relata Infectologista Ana Raquel de Seni.

Em relação à prevenção da infecção pelo vírus HIV, a médica explica que “hoje falamos em prevenção combinada que consiste na utilização de preservativos, tanto feminino quanto masculino nas relações sexuais, medicamentos antirretrovirais que previne o HIV de grupo contínuo para grupos específicos a chamada PREP, na utilização dos medicamentos para prevenção do HIV após exposições sexuais de risco e violência sexual que é a chamada PEP, o uso de medicações para gestantes que tem o teste positivo para HIV, para prevenir a transmissão do HIV para o recém-nascido, seja durante a gestação ou no parto e o uso desses medicamentos também pelo recém-nascido. Além disso, temos o tratamento para todos os portadores do HIV pois tratando é uma forma de prevenção e também a testagem”.

No mês de dezembro, conhecido como Dezembro Vermelho, onde é promovida a Campanha de combate à AIDS, a Infectologista Ana Raquel de Seni destaca que “é importante levarmos a informação, enfatizando a prevenção combinada. Os ganhos alcançados nesses 40 anos como tratamento potente, seguro e simplificado e a possibilidade de até falar em longo prazo em uma vacina e cura, a fim de que diminua o preconceito e estigmas associados a essa doença, principalmente porque muitas vezes quando uma pessoa faz o diagnóstico do HIV é como se recebesse uma sentença de morte. Então, este é um momento de desmistificar essa questão”.

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PREFEITURA ABRE CAMPANHA DEZEMBRO VERMELHO COM AÇÕES NA UNIDADES MISTAS DE SAÚDE E NAS RUAS

A Prefeitura de Upanema, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, abriu na manhã desta terça-feira (01) a programação da campanha Dezembro Vermelho, de luta contra o vírus HIV, a Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis.

As atividades iniciais contaram com distribuição de panfletos e de preservativos masculino e feminino na Avenida Antônio Vitorino, além de trabalho de sensibilização nas Unidades Básicas de Saúde e Unidade Mista de Saúde, com a distribuição de laços vermelhos e cartazes informativos, além de palestras com o tema “Como contrair o vírus, sintomas da doença, medidas de prevenção”.

Confira a programação e participa da campanha, que tem o objetivo de chamar a atenção para a prevenção, a assistência e a proteção dos direitos das pessoas infectadas com o HIV.

Confira a programação:

Dia: 02/12
Horário: 08 horas

Equipes das Unidades Básicas de Saúde das zonas urbana e rural realizam visitas bares, restaurantes e estabelecimentos similares.

Horário: 14 horas
Palestra na Escola Estadual Professor Alfredo Simonetti.

Dia 03/12
Horário: 18 horas

Publicação de vídeo nas redes sociais da Prefeitura de Upanema com o tema: “O que é HIV/AIDS? Como viver com o vírus?

Dia 06/12

Panfletagem e distribuição de preservativos femininos e masculinos nos bares e para motoristas e passageiros de transporte alternativo.

Horário: 08 horas
Local: Av. Getúlio Vargas

Dia 07/12

Oficina com apresentação de vídeos com o tema “Prevenção contra a AIDS: como fazer o sexo seguro”.

Horário: 08 horas
Local: Escola Municipal Professora Maria Gorete de Carvalho Macedo

Dia 09/12

Roda de Conversa com o tema “IST/ AIDS, como prevenir? ”. Realização de dinâmicas com uma caixa de perguntas escritas pelos adolescentes.

Horário: 08 horas
Local: Centro de Referência da Assistência Social – Cras
Público-alvo: Adolescentes do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV

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