Rio Grande do Norte

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INMET PUBLICA ALERTA DE CHUVA DE ATÉ 50 MM PARA 21 CIDADES DO RN

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou um alerta de perigo potencial, o menor grau de severidade do órgão, para acumulado de chuva em 21 cidades do Rio Grande do Norte. O aviso é válido para esta terça-feira (26), das 0h às 23h59, e prevê chuva entre 20 e 30 mm por hora ou até 50 mm ao longo do dia.

Segundo o Inmet, há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em cidades com áreas vulneráveis. O alerta abrange municípios localizados principalmente nas regiões Agreste e Litoral Sul do estado, incluindo cidades como Baía Formosa, Canguaretama, Nísia Floresta, São José de Mipibu, Tibau do Sul e Nova Cruz.

As orientações do instituto são para que a população evite enfrentar o mau tempo, observe possíveis alterações em encostas e não utilize aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante o período de instabilidade. Em caso de necessidade, a recomendação é acionar a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193.

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PESQUISA APONTA REELEIÇÃO DE ZENAIDE

A pesquisa eleitoral Data Census divulgada nesta segunda-feira (25) é mais uma que aponta para a reeleição da senadora Zenaide Maia (PSD). Ela aparece como reeleita em todos os cenários.

Na pesquisa espontânea, o resultado evidencia a forte lembrança do eleitorado potiguar em relação ao nome da parlamentar.

Dra. Zenaide teve 6,3% das citações. Atrás apenas de Styvenson Valentim (11,6%) e com quase o triplo da terceira colocada, Samanda Alves (2,2%).

Na consolidação geral da pesquisa estimulada — somando primeiro e segundo votos — Zenaide se encontra eleita com 26,2% dos votos. Ficando atrás apenas de Styvenson Valentim (33,1%). O terceiro colocado, Rafael Motta, tem pouco mais da metade da pontuação da senadora (13,4%).

O levantamento realizado pela Data Census Ltda foi feito entre os dias 20 e 23 de maio de 2026, ouvindo 2 mil eleitores em todas as regiões do estado. A pesquisa foi contratada pelo Mega Portal RN e registrada sob o número RN-05857/2026.

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EDUCAÇÃO DO RN SE DESTACA EM RANKING NACIONAL DE COMPETITIVIDADE

O Rio Grande do Norte aparece entre os estados brasileiros que mais evoluíram no pilar da Educação nos últimos três anos, segundo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP), que analisa os indicadores de competitividade dos estados brasileiros no período de 2023 a 2025. O RN ocupa a 6ª posição nacional em evolução e 2º lugar entre os estados do Nordeste.

O resultado reflete um conjunto de investimentos e políticas públicas desenvolvidas pela rede estadual de ensino nos últimos anos. Em 2025, o Governo do Estado executou mais de R$ 208 milhões em ações voltadas à educação, além de aplicar 27,46% da Receita Líquida de Impostos e Transferências (RLIT) na área, acima do mínimo constitucional.

Entre os avanços apontados estão a ampliação da educação em tempo integral, os investimentos em tecnologia educacional, climatização e recuperação de escolas, fortalecimento da Educação Profissional e da Educação de Jovens e Adultos, além da expansão das políticas de alfabetização e inclusão escolar.

Os resultados também aparecem nos indicadores de aprendizagem. O percentual de crianças alfabetizadas na idade adequada passou de 39% para 48% em um ano, enquanto o índice de fluência leitora registrou crescimento significativo, consolidando o Rio Grande do Norte entre os estados que mais avançaram na educação pública brasileira.

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APÓS CONSULTA AO PARTIDO, JOÃO MAIA RETIRA ASSINATURA DE EMENDA E DEFENDE REDUÇÃO DA JORNADA VIA PEC

Após consulta ao Partido Progressistas e discussão sobre os impactos da mudança na jornada de trabalho, o deputado federal João Maia (Progressistas/RN) decidiu retirar sua assinatura da emenda Nº 1 vinculada à PEC 221/2019. A decisão ocorre em consonância com a nota conjunta apresentada por líderes partidários, que solicitaram a retirada da tramitação da emenda para evitar distorções no debate e garantir maior clareza sobre os efeitos da proposta.

O parlamentar entende que a redução da jornada de trabalho, com avanço para modelos mais favoráveis ao trabalhador, como a escala cinco por dois, é um debate legítimo e necessário, mas que, por atingir diferentes setores da economia e da vida social, deve ocorrer por meio de Proposta de Emenda à Constituição, garantindo maior estabilidade e proteção aos trabalhadores. Para João Maia, uma mudança dessa dimensão exige ampla discussão, evitando fragilidades legais futuras e acelerando a tramitação de uma proposta constitucional sólida, permanente e construída com diálogo entre trabalhadores, empregadores e os diversos setores da sociedade.

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PROGRAMA RN DE TODOS OS TEMPOS DESTACA NESTA SEGUNDA, 25, A TRAJETÓRIA DE ZILENE MEDEIROS

Acompanhe nesta segunda-feira, 25, no programa RN de Todos os Tempos, na grade de programação da TCM, a segunda parte da entrevista com Zilene Medeiros, Diretora Geral do Grupo TCM e importante líder empresarial no Rio Grande do Norte.

O programa que compartilha histórias relevantes de pessoas que contribuem para o desenvolvimento do estado é apresentado por Stella Maris.

Confira o conteúdo a partir das 20h15, pelas multitelas da TCM: Canais 10 e 14.1 e site www.tcmplay.tv.br.

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DOBRADINHA ISOLDA/ALEXANDRE REÚNEM 250 APOIADORES EM MOSSORÓ

Com mais de 250 pessoas e lideranças dos municípios da região oeste, o professor Alexandre Lima (PT), pré-candidato à Deputado Federal realizou o encontro “Isolda e Alexandre por todo o RN” na manhã deste sábado (23) em Mossoró.

O encontro reuniu centenas de pessoas e contou com a participação de lideranças de Apodi, Caraúbas, Felipe Guerra, Grossos, Governador Dix-Sept Rosado, Rodolfo Fernandes, Tibau e Upanema. Alexandre Lima vem demonstrando grande articulações em várias regiões do Estado.

Alexandre Lima é professor da UERN e atua na área de Gestão Ambiental. Ele também exerceu a função de Secretário de Agricultura Familiar no governo do Rio Grande do Norte e anunciou pré-candidatura à Câmara Federal pelo PT.

O evento também reafirmou a parceria entre Alexandre Lima e Isolda Dantas, ambos do PT, na disputa eleitoral que se avizinha, a pré-candidatura de Alexandre a deputado federal e reeleição de Isolda formam uma “casadinha” fortemente competitiva em Mossoró.

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UERN OCUPA POSIÇÃO ESTRATÉGICA NA FORMAÇÃO DE MESTRES E DOUTORES

O Rio Grande do Norte ocupa uma posição de destaque nacional na formação de mestres e doutores, sendo a terceira unidade federativa com o maior número de titulados em nível de mestrado e doutorado por 100 mil habitantes no Brasil (quadriênio 2021-2024), com um índice de 242,5.

Neste cenário, a Uern ocupa uma posição estratégica, se consolidando como a instituição que mais forma mestres e doutores no interior do estado.

Historicamente, o RN possuía uma alta concentração de infraestrutura de pesquisa e pós-graduação na capital do estado. A estratégia de capilaridade adotada pela Uern alterou essa dinâmica com a oferta de programas de mestrado e doutorado por diferentes regiões, no Alto Oeste, Vale do Açu, Seridó e Médio Oeste.

“Como exemplo dessa política, gosto de citar Pau dos Ferros, que é a menor cidade do país a formar doutores e mestres, um polo de referência na pós-graduação. A Uern cumpre, desse modo, um papel determinante na democratização do acesso a diplomas de doutorado e mestrado”, analisou a reitora Cicília Maia.

O pró-reitor adjunto de Pesquisa e Pós-graduação, Claudio Lopes, acrescenta que a Uern possui uma pós-graduação muito jovem, tendo completado 18 anos neste ano de 2026.

“Ainda assim, apenas no último quadriênio, a Uern titulou um total de 1284 mestres e doutores representando uma fatia importante no dado levantado em âmbito nacional, ainda mais levando-se em conta o fato de que nossa pós-graduação se encontra predominantemente no interior do estado”, afirmou.

A Universidade possui atualmente 23 cursos de mestrado e 9 doutorados. A capilaridade territorial da Universidade demonstra que a pós-graduação da Uern foi estruturada como um serviço público essencial voltado para a correção de distorções regionais e para o desenvolvimento social e econômico das regiões.

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EL NIÑO 2026: O QUE É, POR QUE OS CIENTISTAS ESTÃO EM ALERTA E COMO ISSO PODE AFETAR SUA VIDA

Nos últimos dias, manchetes sobre um possível “super El Niño” começaram a circular em jornais e redes sociais depois que centros meteorológicos internacionais aumentaram a chance de formação do fenômeno climático ainda em 2026.

A NOAA, agência climática dos Estados Unidos, estima hoje mais de 80% de probabilidade de desenvolvimento do El Niño nos próximos meses.

Alguns modelos europeus já projetam um aquecimento muito intenso do Oceano Pacífico, semelhante ao observado em grandes eventos históricos.

O assunto ganhou ainda mais atenção depois de análises apontarem que um evento forte poderia aumentar o risco de secas, enchentes, ondas de calor e impactos na produção agrícola em diferentes partes do mundo.

Mas afinal: o que é o El Niño? O que diferencia um “evento comum” de um “muito forte”? E o que realmente pode acontecer no Brasil?

1) O que é o El Niño?

O El Niño é um fenômeno climático natural provocado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial.

Esse aquecimento altera a circulação da atmosfera e muda padrões de chuva, temperatura e vento em várias regiões do planeta.

Embora aconteça no Pacífico, os efeitos acabam se espalhando para diferentes continentes.

É por isso que uma mudança na temperatura do mar perto do Peru e do Equador consegue influenciar o clima no Brasil, na Ásia, na África e até na América do Norte.

Em anos normais, os chamados ventos alísios sopram de leste para oeste sobre o Pacífico, empurrando águas quentes em direção à Indonésia e à Austrália.

Isso ajuda a manter águas mais frias próximas da costa da América do Sul.

No El Niño, esses ventos enfraquecem.

Com isso, a água quente volta a se espalhar pelo Pacífico central e leste. A atmosfera responde a essa mudança, e todo o sistema climático começa a se reorganizar.

É essa “bagunça” atmosférica que altera o regime de chuvas em várias partes do mundo.

2) O que diferencia um El Niño comum de um “super El Niño”?

A diferença principal está na intensidade do aquecimento do oceano.

Os cientistas usam índices baseados na temperatura da superfície do mar para medir a força do fenômeno.

Quando esse aquecimento ultrapassa certos limites durante vários meses, o evento passa a ser classificado como moderado, forte ou muito forte.

“O termo que qualifica o El Niño como forte ou muito forte ou super forte é feito com base nas temperaturas das águas na parte central do Oceano Pacífico ao longo do Equador”, explica ao g1 Maria Assunção Dias, professora emérita do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP).
“Existem séries históricas dessas temperaturas que são medidas diretamente com termômetros em bóias marítimas ou pelos navios que por ali passam, ou indiretamente por satélites”, acrescenta Dias.

De forma simplificada, um El Niño considerado muito forte acontece quando a temperatura do Pacífico Equatorial fica mais de 2°C acima da média histórica.

Foi o que ocorreu em episódios marcantes como os El Niños de 1982-83, 1997-98 e 2015-16.

O termo “super El Niño”, porém, não é uma categoria científica oficial.

Ele costuma ser usado informalmente por meteorologistas para descrever justamente esses eventos extremamente intensos.

3) Então já existe um “super El Niño” confirmado para 2026?

Não.

O que existe hoje é um cenário de forte probabilidade de formação do El Niño — mas ainda com muita incerteza sobre a intensidade final do evento.

A NOAA estima o seguinte:

  • 82% de chance de o fenômeno surgir entre maio e julho;
  • 96% de chance de ele continuar ativo no fim de 2026 e início de 2027.

Já sobre a intensidade, os modelos ainda divergem.

Alguns centros meteorológicos europeus projetam um aquecimento extremamente elevado do Pacífico, acima de 3°C em certas simulações. Isso colocaria o fenômeno na categoria de muito forte.

Mas especialistas alertam que ainda é cedo para tratar esse cenário como certo.

Hoje, nenhuma categoria de intensidade aparece com probabilidade dominante nas projeções.

Em outras palavras: os cientistas sabem que o El Niño provavelmente vem aí, mas ainda não conseguem afirmar com segurança se ele será moderado, forte ou muito forte.

4) Por que ainda existe tanta incerteza?

Porque previsões feitas entre março e maio costumam ser menos confiáveis.

Esse período é conhecido pelos meteorologistas como “barreira de previsibilidade”.

Na prática, o oceano e a atmosfera passam por uma fase de transição em que os modelos climáticos têm mais dificuldade para prever como o sistema vai evoluir nos meses seguintes.

Por isso, muitos pesquisadores afirmam que as projeções devem ganhar mais precisão entre junho e agosto.

Durante a época atual, primavera do hemisfério norte e outono do hemisfério sul, os modelos tendem a ter um desempenho não tão bom como em outras épocas do ano. Isto porque é uma época em que tanto os oceanos como a atmosfera estão evoluindo rapidamente, introduzindo bastante incerteza nas previsões.
— Maria Assunção Dias, professora emérita do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP).

Além disso, para um El Niño realmente muito forte acontecer, não basta apenas o oceano aquecer.

A atmosfera também precisa responder a esse aquecimento.

Os cientistas monitoram justamente esse “acoplamento” entre oceano e atmosfera para entender se o fenômeno vai realmente ganhar força.

5) Como o aquecimento global entra nessa história?

O aquecimento global não causa o El Niño.

O fenômeno é natural e existe há milhares de anos.

Mas os pesquisadores acreditam que um planeta mais quente pode aumentar a frequência ou a intensidade dos eventos extremos.

Além disso, mesmo quando o El Niño tem força parecida com a de décadas atrás, os impactos tendem a ser maiores hoje porque oceanos e atmosfera já estão mais aquecidos pelo efeito das mudanças climáticas.

Na prática, isso significa que:

  • ondas de calor podem ficar mais intensas;
  • secas podem durar mais;
  • incêndios podem se espalhar mais facilmente;
  • chuvas extremas podem provocar impactos mais severos.
  • Um dos pontos que mais preocupam os cientistas é justamente o efeito combinado entre o El Niño e o aquecimento global.

“O aquecimento global tem-se manifestado como um aquecimento da atmosfera e dos oceanos. Assim, o efeito nos El Niños é justamente a ocorrência de casos mais fortes, mais extremos”, diz Dias.

6) Quais são os possíveis impactos no Brasil?
Historicamente, o El Niño altera o padrão de chuva e temperatura no país e causa:

  • aumento de chuva no Sul, com risco maior de eventos extremos;
  • redução de chuvas no Norte e em partes do Nordeste;
  • mais irregularidade nas precipitações no Sudeste e Centro-Oeste;
  • maior frequência de ondas de calor.
  • Segundo especialistas, um dos principais efeitos esperados é o aumento de períodos prolongados de calor, especialmente na primavera e no verão.

Mesmo com a alternância entre La Niña, neutralidade e El Niño, os cientistas destacam que o aquecimento global continua sendo o principal fator por trás das mudanças no clima.

Com os oceanos já mais quentes do que a média histórica, a expectativa é de que os próximos meses sigam registrando temperaturas elevadas em várias regiões do planeta.

7) Como isso pode mexer com comida, energia e abastecimento?

Os efeitos de um El Niño forte podem chegar diretamente ao bolso da população.

Na agricultura, mudanças no regime de chuva podem afetar o calendário de plantio e reduzir a produtividade em algumas regiões.

No Centro-Oeste, por exemplo, produtores acompanham com atenção o risco de atraso das chuvas, o que pode prejudicar o plantio da soja e encurtar a janela da segunda safra de milho.

Já no Sul, o excesso de chuva também pode causar perdas agrícolas e dificuldades na colheita.

Em outros países, o fenômeno costuma afetar culturas importantes como arroz, trigo e milho, especialmente em partes da Ásia e da África.

Isso pode pressionar preços internacionais de alimentos.

O setor de energia também entra em alerta porque o Brasil depende fortemente de hidrelétricas.

Se reservatórios importantes receberem menos chuva, aumenta a necessidade de acionar usinas térmicas, que são mais caras.

Isso pode elevar o custo da geração de energia e pressionar a conta de luz.

8) O El Niño também pode afetar a saúde?

Pode.

Ondas de calor mais intensas aumentam riscos para idososcrianças e pessoas vulneráveis.

Além disso, a combinação entre calor, seca e queimadas pode piorar a qualidade do ar em várias cidades.

Especialistas também acompanham possíveis impactos sobre doenças transmitidas por mosquitos, como denguezika e chikungunya, já que mudanças de temperatura e chuva afetam o ciclo do Aedes aegypti.

9) Dá para impedir ou reverter o El Niño?

Não.

O fenômeno é natural e não pode ser interrompido.

O que os governos conseguem fazer é reduzir os impactos.

Entre as medidas consideradas mais importantes estão:

  • reforço de sistemas de alerta;
  • preparação da Defesa Civil;
  • monitoramento de rios e reservatórios;
  • combate a queimadas;
  • adaptação da agricultura;
  • planejamento para ondas de calor e eventos extremos.

Justamente por isso, pesquisadores afirmam que o maior problema não é apenas o fenômeno climático em si, mas a falta de preparação para lidar com ele.

10) Quando os efeitos podem começar a aparecer?

Os primeiros impactos já podem surgir no segundo semestre de 2026.

Mas muitos cientistas avaliam que os efeitos mais intensos devem acontecer entre o fim de 2026 e o começo de 2027.

Até lá, centros meteorológicos do Brasil e do exterior devem atualizar constantemente as projeções sobre a força do fenômeno.

Os próximos boletins da NOAA, do INPE e do Cemaden serão decisivos para indicar se o evento realmente caminhará para um cenário de alta intensidade.

Por G1

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GOVERNO ENTREGA 44 VIATURAS BLINDADAS PARA REFORÇO DA SEGURANÇA NO RN

Um marco histórico para a segurança pública do Rio Grande do Norte: a aquisição das primeiras viaturas blindadas a integrarem a frota das forças de segurança do estado. O Governo do Rio Grande do Norte realizou nesta sexta-feira (22), na Escola de Governo, a entrega dos veículos que passam a integrar as frotas da Polícia Militar e da Polícia Civil do RN, ampliando a capacidade operacional e garantindo mais proteção aos profissionais que atuam no enfrentamento à criminalidade.

Ao todo, foram entregues 30 viaturas para a Polícia Militar e 14 para a Polícia Civil, todas do modelo Renault Duster. O investimento total supera R$ 8 milhões, com recursos oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

“Chegamos a 800 novas viaturas entregues nos últimos três anos, renovando 100% da frota da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros. Agora, com veículos blindados, proporcionamos ainda melhores condições de trabalho aos policiais. É uma prioridade da nossa gestão, pois segurança pública se faz com investimento, inteligência, valorização e, acima de tudo, compromisso com o bem-estar do povo do Rio Grande do Norte”, comentou a governadora Fátima Bezerra.

A ação integra a política estadual de modernização, estruturação e valorização das forças de segurança, com foco na ampliação da presença do Estado, no fortalecimento das ações ostensivas e investigativas.

“Pela primeira vez na história, o Governo do RN realiza uma entrega de viaturas blindadas. É mais segurança e confiança para os policiais e servidores da Polícia Militar e Polícia Civil que atuam nos batalhões e delegacias de todo o estado. Também maior capacidade de enfrentar a criminalidade, pois são equipamentos de ponta”, declarou o secretário da Segurança Pública e da Defesa Social, coronel Francisco Araújo.

Além da renovação da frota, o Governo destaca ações estruturantes como a entrega da nova sede da Polícia Científica, o Complexo de Delegacias, a Cidade da Polícia, em Natal, e a construção do novo Regimento de Cavalaria Montada da Polícia Militar, em Macaíba. Também foram realizados, desde 2019, nove concursos públicos, com a contratação de 4.600 novos policiais, bombeiros, peritos, servidores da Polícia Científica e policiais penais.

Segurança como prioridade

Nos últimos anos, o Rio Grande do Norte tem realizado investimentos contínuos na segurança pública, incluindo a aquisição de viaturas, realização de concursos, promoções funcionais, obras estruturantes e modernização de equipamentos. Entre 2019 e 2025, o Estado recebeu R$ 244 milhões do Fundo Nacional de Segurança Pública, tendo ocupado, em 2024, a 6ª posição nacional em execução de recursos do FNSP, com R$ 268,5 milhões investidos em Segurança Pública.

Os investimentos também acompanham indicadores positivos na redução da violência. Dados da SESED/CINE referentes ao primeiro quadrimestre apontam queda expressiva nos principais crimes patrimoniais no RN, considerando a série histórica de janeiro a abril entre 2020 e 2026. Os roubos em via pública tiveram redução de 77,80%; os roubos a residências caíram 73,56%; e os roubos a estabelecimentos comerciais apresentaram queda de 78,83%.

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GOVERNO DO RN CONVOCA MAIS 530 PROFESSORES APROVADOS EM CONCURSO PÚBLICO

O Governo do Rio Grande do Norte, por meio da Secretaria de Administração, anunciou a convocação de mais 530 professores aprovados no concurso público da educação estadual. A medida foi divulgada pela governadora Fátima Bezerra e pela professora Socorro Batista, secretária da Educação, e publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta sexta-feira (22).

Com a nova convocação, o número total de docentes chamados pelo Estado chega a 2.137 profissionais, fortalecendo o quadro efetivo da rede estadual de ensino. A iniciativa faz parte das ações do Governo do RN para ampliar a estrutura educacional e garantir melhores condições para o funcionamento das escolas em todas as regiões do estado.

O concurso público da educação previa inicialmente 598 vagas para cargos de professor e especialista em educação. No entanto, diante da necessidade de reforço na rede estadual, o quantitativo de convocação foi ampliado ao longo do processo.

Os convocados para ocuparem os cargos na Secretaria da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC), terão que apresentar a documentação que está descrita no edital, no prazo de 30 dias, a contar da data de publicação.

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