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[public] Impacto Jovem

ATENÇÃO PARA A PROGRAMAÇÃO:
[leia] 1º Lote de abadás para o Festival de Verão termina dia 30
Abadá Pista: R$ 40,00
Abadá VIP com direito a Frontstage: R$ 60,00
Camarote: R$: 80,00
Camarote para 20 pessoas: R$:1.500,00 com direito a Frontstage
O evento acontece nos dias 09 e 10 de dezembro, na ARENA VIP do Posto Gonzaga Melo e estima receber mais de 4 mil espectadores.
O comando da edição de 2011 ficará por conta de Ricardo Chaves, Limão com Mel, Bakulejo, Forró Danado, Tetê Pessoa e Soulpop.
Será montada uma estrutura com 02 palcos, onde as atrações se apresentarão alternadamente, front stage, 40 super camarotes, praça de alimentação, decoração e ambientação especiais e espaços exclusivos. Além de uma superestrutura de apoio, segurança, saúde e alimentação.
Carimbe sua entrada aproveitando a promoção do primeiro lote, adquira já o seu passaporte e aproveite essa maravilhosa viagem musical.
Maiores informações nos telefones: 9421-2613/9911-3224. Não esqueça!!!
O primeiro lote é promocional e as vendas são limitadas!!!
É importante ressaltar que o FESTIVAL DE VERÃO DE APODI está em sua 1ª edição e possui a marca da diversidade musical, reunindo grandes atrações nacionais para as mais diferentes tribos, sem jamais esquecer a merecida valorização às bandas regionais, o que é uma das características mais nobres do evento.
[leia] O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
[leia] Não pegou bem, não decolou
[leia] Comitiva apodiense reunida em Natal por melhorias para Apodi
A exemplo do que já tinha acontecido na luta pela UFERSA, a classe política apodiense voltou a se unir, juntamente com com advogados apodienses, na tentativa de fixar um juiz na cidade e resolver os problemas que a falta do mesmo trás aos municípios da comarca.
A reunião contou com a participação da presidenta do Tribunal de Justiça, Desembargadora Judite de Miranda Monte Nunes,
Esse foi apenas o primeiro passo para consolidação da luta, que pretende elevar Apodi à categoria de Terceira Entrância, e com isso ter definitivamente um juiz fixo na comarca, que atende também as cidades de Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes e Itaú.
A reunião não foi conclusiva, mas demonstrou o interesse da classe organizada apodiense.
Depois de expor a situação de Apodi, onde foi salientada a dificuldade com a qual trabalha os advogados e trabalho árduo de todos os juízes que passam por lá, devido a comarca atender a uma grande região, o requerimento foi entregue para ser avaliado junto com os demais juízes.
A desembargadora falou sobre a expectativa de fechamento da lei orgânica para só então ver como será tratada cada caso no estado.
Em determinado momento foi citado uma suposta conversa de bastidores, a qual diz que existe a intenção de desmembrar a comarca de Apodi e construir uma em Itaú. A conversa foi levantada num momento em que se falava da dificuldade financeira para atender a demanda no estado, inferindo-se que o surgimento de mais uma comarca não ajuda na solução do problema e que o mais certo seria a elevação do status em que se encontra a de Apodi.
A desembargadora disse que existe deficit de 97 juízes no estado, e que a solução do problema tem esbarrado no orçamento.
[leia] Dilma nomeia Pelé ‘embaixador honorário’ do Brasil para Copa 2014
A presidente Dilma Rousseff nomeou nesta terça (26) o ex-jogador Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, “embaixador honorário” do Brasil para a Copa de 2014.leia] POLÊMICA ESTADUAL: Hugo Manso rebate Cassiano Arruda sobre projeto de irrigação da Chapada do Apodi

* Hugo Manso
“Caro Cassiano Arruda
Em seu texto “VANGUARDA DO ATRASO” publicado na Roda Viva de 21/07/11, você trás para a discussão da utilização das águas da Barragem Santa Cruz conceitos de desenvolvimento capitalista, a partir da idéia da “adoção de novas tecnologias no setor agrícola e busca de novos modelos de ocupação e exploração da terra”.
O modo de produção capitalista representou enorme avanço, revolucionando forças produtivas e racionalizando métodos e processos durante mais de um século. Entretanto os males que este sistema gerou após a Revolução Industrial, com a profunda acumulação e concentração de riqueza, teve como conseqüência o agravamento das desigualdades sociais e territoriais, chegando a colocar em risco a sobrevivência do planeta.
Hoje, no século XXI, sob todos os aspectos este modelo é predador, desumano e já não mais corresponde às potencialidades e desafios sociais, culturais e ambientais da humanidade.
É verdade, Cassiano, que a terra continua arredondada e que as novas tecnologias podem conduzi-la ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. O problema é como aplicar estas tecnologias. Qual modelo de desenvolvimento? Qual relação com o meio ambiente? Qual perspectiva de desenvolvimento humano?
O modelo proposto pelo DNOCS implica bombeamento, consumo elevado de energia, trabalho assalariado no campo e crescimento desordenado das cidades, uso intensivo do solo e da água com eliminação da biodiversidade. Tudo em nome da produção intensiva de frutas tropicais e novas concentrações.
Quero sugerir outra lógica para a utilização das águas da Barragem Santa Cruz, vinculado a outro modelo de desenvolvimento da agricultura e do semi-árido brasileiro. A topografia da região permite a utilização das águas da barragem a baixo custo energético irrigando o vale no sentido Apodi – Caraúbas por gravidade. Lá, no vale, não precisa o governo promover nenhuma desapropriação, dada a sua estrutura fundiária. É no vale que historicamente vem sendo produzido o arroz vermelho, que pode ter sua área ampliada.
Para as terras da chapada, a experiência com os assentamentos da Reforma Agrária, o manejo agro-ecológico da caatinga, a convivência entre agricultura de sequeiro, apicultura e caprino-ovino cultura possibilita uma ocupação humana qualitativamente diferente do proposto por perímetros irrigados. Duas visitas são necessárias para entender a divergência: ao DIBA (distrito irrigado do baixo Açu) e aos projetos de assentamento da chapada do Apodi (Laje do Meio, Moacir Lucena, Milagres entre outros).
No DIBA, cobertura vegetal retirada, uso intensivo de água e defensivos, solo salinizado, nenhuma fixação humana nem criação de animais. Ao lado, periferias urbanas em crescimento. Nos assentamentos da chapada, recuperação da fauna e da flora retirada pelas antigas fazendas, fixação de famílias em residências dignas, grande produção de mel, leite, carne, frutas de sequeiro, artesanato, ovos, aves, milho e sorgo.
Em ambos os ambientes investimentos públicos foram feitos. O governo do Presidente Lula ao expandir os Institutos Federais e transformar a ESAM em UFERSA, levou investimentos em educação, ciência e tecnologia para territórios rurais antes inatingíveis. Associá-los a produção de alimentos e vida digna é o desafio.
A “opção preferencial pela pobreza” foi feita pelos ricos, pelos que mandam e oprimem no mundo inteiro. Aplicar na chapada do Apodi o modelo falido de desenvolvimento concentrador e excludente é que representará atraso. Atraso humano e ambiental.
Queremos sim políticas públicas que desenvolvam o semi-árido brasileiro. É possível sim uma ruralidade com gente, cidades com saneamento, escolas e saúde pública. Para tanto estamos propondo modelos de desenvolvimento rural sustentáveis, economicamente viáveis e socialmente aceitáveis. Este é o debate.”






