[leia] Vereadores visitam creches modelos em seis municípios
Os Vereadores Chico de Marinete e Evangelista estiveram semana passada visitando obras de creches modelos, um programa do governo federal em seis cidades do Oeste do estado.
Os Vereadores Chico de Marinete e Evangelista estiveram semana passada visitando obras de creches modelos, um programa do governo federal em seis cidades do Oeste do estado.
O médico José Pinheiro Bezerra, foi solicitado e mais uma vez esteve prestando gratuitamente os seus serviços e experiência como médico à população de Apodi, trabalho repetido por mais de trinta anos em nossa cidade.
Pinheiro proferiu uma palestra aos pais, mães, alunos e professores presentes ao evento na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, falando sobre temas pertinentes a saúde familiar, repassando sua experiência de mais de trinta anos como médico.
O ex-prefeito atendeu a mais de 100 pessoas, em uma sala da escola, realizou consultas médicas a pessoas ligadas a escola e outras que souberam da noticia e foram até a escola não sendo deixado sem atendimento pelo médico.
A presidenta Dilma Rousseffvai lançar em maio aquele que deve ser o maior programa de seu governo, o plano de erradicação da miséria, uma promessa de campanha que ela pretende que se transforme na maior marca de seu mandato.
O objetivo é tirar 15 milhões de pessoas que vivem hoje em condições de absoluta miséria no País, com inclusão nos serviços básicos que o Estado oferece à população e com a capacitação para o mercado de trabalho.
O programa não tem um caráter meramente assistencialista. Dilma quer habilitar e integrar essa camada da população à sociedade.
Dilma quer beneficiar não só a população que vive em condições subumanas na área rural, assim como também o viciado em crack isolado na periferia da cidade. São famílias que não conseguem uma renda mínima para a subsistência.
Uma das grandes dificuldades identificadas pela equipe que está debruçada no programa é de possibilitar à essa camada da sociedade o acesso às informações, já que eles não tem qualquer contato com os meios de comunicação seja TV, internet, rádio ou jornal.
O governo está montando uma força-tarefa para chegar a todos esses lugares para expor e oferecer os benefícios do programa.
O plano foi uma das promessas da campanha de Dilma à presidência e sua formulação envolveu todos os ministérios.
Nas últimas semanas, Dilma também integrou a equipe econômica às discussões.
Dilma quer fazer da erradicação da miséria sua grande bandeira, assim como ocorreu com o governo Lula, com a ascensão de 28 milhões de pessoas a classes sociais acima da linha da pobreza.
A coordenação do programa está a cargo do Ministério do Desenvolvimento Social, comandado por Tereza Campelo, que será responsável também por conduzir o programa.
O programa está dividido em três linhas de atuação: benefícios sociais; inclusão produtiva e na extensão dos serviços que o Estado oferece a esta camada da população.
No caso dos benefícios, o governo estuda, além da extensão do Bolsa Família para quem ainda não é atendido pelo programa, em um reajuste para as famílias que possuem muitos filhos. Hoje, o teto do benefício é R$ 242 por família.
Já a extensão dos serviços básicos do Estado, como saúde, alimentação e educação, está baseada em explicar e auxiliar os cidadãos que estão abaixo da linha da pobreza sobre seus direitos estabelecidos por lei. A pouca adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos é vista como um exemplo disto pelo governo.
O programa de erradicação da miséria utiliza como base os dados do Censo 2010, elaborado pelo IBGE.
A ação para erradicar a miséria terá ainda cuidado especial com viciados em drogas, sobretudo o crack. A preocupação do governo é de como oferecer condições para a reabilitação dos usuários.
Não são os comerciantes e nem os portadores credenciados de armas que justificam o fato de ser o Brasil o país onde mais se morre por armas de fogo no mundo. Pesquisas realizadas por órgãos do governo, ONGs e acadêmicos mostram que o comércio e o porte ilegais são os responsáveis pela violência.
Desde o Estatuto do Desarmamento, cerca de 90% das lojas legalizadas foram à falência. Eram 2,4 mil estabelecimentos em 2002 e, em 2008, restavam apenas 280, destaca relatório do Instituto Sou da Paz. A venda nesses locais se resumiu a 10% do que era em 2000, mas, mesmo assim, temos 16 milhões de armas em circulação, segundo dados do Ministério da Justiça e da ONG Viva Rio. Aproximadamente metade desses armamentos (7,6 milhões) é ilegal.
Nesta terça-feira (12), o senador José Sarney (PMDB-AP) apresentou sua proposta de realizar um plebiscito que consulte a população brasileira sobre o fim do comércio de armas. Impor restrições legais, porém, não é o maior desafio. Os números mostram que é mais difícil fazê-las valer.
A discussão sobre o porte de armas reascendeu depois do massacre da escola Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. O ex-aluno Wellington Menezes de Oliveira usou dois revólveres adquiridos ilegalmente no ataque que deixou 12 mortos.
Corriqueiro
O estudo do Sou da Paz destaca, ainda, que o comércio ilegal é “corriqueiro”:
– Não se deve pensar que estas vendas sejam feitas somente por e para traficantes. Tais aquisições, muitas vezes, envolvem pessoas que não são “criminosos profissionais”, mas que escolhem burlar a lei por acreditar que a arma trará segurança ou que não correm risco real de punição.
Não foi em grandes operações de tráfico que o assassino de Realengo conseguiu seu armamento. A polícia prendeu, nesta quinta-feira (14), o homem que vendeu um revólver calibre 38 para Wellington. A arma tinha a numeração raspada e o dono, um antigo colega de trabalho do atirador, disse à polícia que vendeu o equipamento porque precisava do dinheiro para comprar um carro.
A maior parte das armas que circulam no Brasil foi produzida aqui: aproximadamente 70%, segundo a pesquisa do Ministério. Muitas vezes as armas fabricadas em território brasileiro são exportadas e compradas de volta, ilegalmente, em países vizinhos, como o Paraguai.
História
O Estatuto do Desarmamento entrou em vigor no Brasil em 2004. Na época, um referendo consultou a população sobre o comércio de armas e a maioria votou pela continuidade das vendas. Ainda assim, o comércio foi bastante restringido, com imposições como a obrigação de renovar o registro das lojas a cada três anos.
Em 2008, foram 20.909 mortos por arma de fogo, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de homicídios, porém, chegou a cair 12% dois anos depois campanha pelo Estatuto, que começou em 2003. Os números voltaram a subir, mas nunca mais atingiram o antigo patamar. Em 2003, foram assassinadas 51.043 pessoas e, no ano seguinte, já eram 2.669 mortos a menos.
Numa de festa de aniversario quando ela era pequena.
Numa festa com os seus amigos.
