HENRIQUE ALVES USA AERONAVE DA FAB PARA LEVAR FAMÍLIA AO ÚLTIMO JOGO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES 2013

Henrique Eduardo Alves (camisa listrada) assiste à final da Copa das Confederações, no Maracanã

Eles assistiram à vitória do Brasil sobre a Espanha, no Maracanã.
Em nota, Alves disse que carona foi ‘equívoco’ e que vai pagar passagens.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), usou no último fim de semana um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para uma viagem entre Natal e o Rio de Janeiro, segundo informou nesta quarta-feira o jornal “Folha de S.Paulo”.

No voo, estavam a noiva de Alves e parentes. De acordo com a assessoria de Alves, o deputado foi ao Rio para um encontro com o prefeito Eduardo Paes (PMDB). O grupo também assistiu à final da Copa das Confederações, no Maracanã, entre Brasil e Espanha. Eles ocuparam cadeiras destinadas a torcedores, e não às autoridades.

Na manhã desta quarta, a assessoria do parlamentar informou, por meio de nota, que ele vai fazer um levantamento do valor médio das passagens e pagar o valor equivalente aos seis acompanhantes. Na nota, a assessoria diz que o “presidente reconhece que a concessão da carona foi um equívoco e que, por dever, imediatamente, o corrige”.

De acordo com o jornal, a aeronave partiu da capital potiguar, terra de Alves, na noite de sexta-feira e retornou do Rio na noite de domingo. A bordo, estavam a noiva do deputado, Laurita Arruda, dois filhos e um irmão dela, o publicitário Arturo Arruda, com a mulher Larissa, e um filho do presidente da Câmara. Um amigo de Arturo entrou no voo de volta. No domingo, Laurita postou uma foto no Maracanã em uma rede social.

O decreto presidencial 4244 de 2002 diz que autoridades, como o presidente da Câmara, podem viajar em aviões da FAB nas seguintes circunstâncias: por motivo de segurança e emergência médica; em viagens a serviço; e em deslocamentos para o local de residência permanente. O decreto não diz quem pode ou não viajar acompanhando autoridades.

Na agenda de Alves, divulgada no site da Câmara, não consta nenhum compromisso oficial no fim de semana. A assessoria de Alves informou que o deputado foi ao Rio para um encontro com o prefeito Eduardo Paes (PMDB). De acordo com a reportagem, o presidente da Câmara almoçou no sábado com Paes e com o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

“Houve agenda previamente divulgada com o prefeito Eduardo Paes, que me recebeu para um almoço-reunião na Gávea Pequena, onde conversamos no sábado pela manhã. O meu erro, e isso eu reconheço, foi ter permitido que pessoas me acompanhassem, pegando carona no meu voo para o Rio de Janeiro. E por esse erro, estou reconhecendo aqui, já mandei ressarcir o valor de cada passagem correspondente”, afirmou Alves nesta quarta, ao chegar à Câmara.

Leia a íntegra da nota divulgada pela assessoria do presidente da Câmara.

Nota de esclarecimento do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves

O deputado Henrique Eduardo Alves ordenou ao seu gabinete parlamentar que fizesse o imediato recolhimento aos cofres públicos dos valores correspondentes às passagens Natal-Rio-Natal, relativos à carona oferecida em avião da FAB, por disponibilidade de assentos, a familiares, dias 28 e 30 de junho.

O deputado Henrique Eduardo Alves esteve no Rio de Janeiro cumprindo agenda previamente acertada com o prefeito da cidade, Eduardo Paes. No sábado, 29, os dois participaram de uma reunião almoço, na residência oficial, na Gávea Pequena.

O presidente reconhece que a concessão da carona foi um equívoco e que, por dever, imediatamente, o corrige.

Fonte: Do G1, em Brasília

CRAS VAI FUNCIONAR EM NOVO ENDEREÇO

A Prefeitura de Upanema, através da Secretaria de Urbanismo e Ação Social (Suas), informa à população que o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) vai mudar de endereço. Nos próximos dias, o Cras vai passar a funcionar na Avenida Manoel Gonçalves, 169, Bairro Santa Paz, tendo como ponto de referência Nercy Lanches.

A titular da Suas, Rivanda Bezerra, explica que a mudança está sendo feita para que o Cras passe por adequações exigidas pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

O Cras é o sistema governamental o responsável pela organização e oferta de serviços da Proteção Social Básica nas áreas de vulnerabilidade e risco social.

Por meio do Cras, as famílias em situação de extrema pobreza, incluídas pelo Plano Brasil Sem Miséria, passam a ter acesso a serviços como cadastramento e acompanhamento em programas de transferência de renda.

O principal serviço ofertado pelo Cras é o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif). Dentre os objetivos desse serviço estão a prevenção da ruptura dos vínculos familiares e comunitários, a promoção de ganhos sociais e materiais das famílias e o acesso a benefícios, programas de transferência de renda e serviços socioassistenciais. As ações são todas implementadas por meio de trabalho de assistência social.

Além de ofertar serviços e ações de proteção básica, o Cras possui a função de gestão territorial da rede de assistência social básica, promovendo a organização e a articulação das unidades a ele referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos.

Fonte: Site da Prefeitura de Upanema

REPORTAGEM DO JORNAL O DIA, DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, MOSTRA CARTA DE UMA MENINA UPANEMENSE FALANDO SOBRE A SECA.

 Especial Seca: A carta da menina que não viu o inverno

Wigna não ajudou a mãe e o avô a plantar. A seca não deixou

O DIA – ALEXANDRE MEDEIROS

Upanema (Rio Grande do Norte) – Com a caligrafia caprichada de quem quer ser professora, a estudante Wigna Graziele Pereira da Silva escreveu em fevereiro uma carta a um amigo carioca em que descrevia a seca no assentamento rural de Monte Alegre, em Upanema, no semiárido potiguar. “Eu e minha família temos um lote e cuidamos e plantamos. Esse ano nós não plantamos porque não teve inverno”. No sertão, inverno é sinônimo de chuva. Mas a água não veio, e a menina não ajudou a mãe e o avô a colocar na terra as sementes de milho, feijão e sorgo. Foi uma estação inteira perdida — a primeira que ela viu faltar em seus 12 anos de vida.

A carta de Wigna tem o desenho de um campo florido e uma árvore com frutos em forma de coração. Um cenário que só está nos sonhos da menina, já que tudo em volta da casa de estuque onde ela nasceu e vive é o retrato típico da caatinga: pedras, terra seca rachada, oiticicas de galhos nus, xiquexiques e mandacarus. “Foi ruim não ter inverno. A gente não plantou e não vai colher”, disse Wigna, de olhos arredios e jeito tímido, no dia 11 de junho, diante do amigo carioca que foi visitá-la depois de receber a carta — e que assina esta matéria.

Wigna Graziele está rodeada de mulheres em Monte Alegre. São elas que resistem à seca no assentamento e em quase todo o semiárido do Nordeste. Salvo a exceção dos mais velhos — como Azuil, o avô que ensinou Wigna a plantar —, os homens foram embora, em busca de ocupação durante a estiagem prolongada. Alguns voltam para passar os fins de semana em casa, mas é raro. Em geral, o trabalho é distante, e o dinheiro, contado. O pai de Wigna foi embora há tempos. A mãe, Sandilma, recebe exatos R$ 274 mensais — R$ 134 do Bolsa Família e R$ 140 de royalties do petróleo (o Município de Upanema é produtor). É com esse dinheiro que ela sobrevive com as filhas, Wigna (pronuncia-se Uíguina) e Wisla Gabriele, de 5 anos.

A agricultura de subsistência é a base produtiva de Monte Alegre, e as famílias complementam a renda com o Bolsa Família. Plantam para consumo próprio e vendem o que sobra nas feiras locais. Mas isso quando chove. Em 2011 choveu pouco na região, em 2012 não veio água. Este ano? Quase nada. Em Monte Alegre, foram quatro dias de chuva em abril, insuficientes para animar as pessoas a plantar o de sempre: milho, feijão, sorgo, mandioca. “Se a gente planta e não vinga, ainda perde as sementes. Ninguém teve ânimo de plantar. E já era época de colheita agora”, lamenta Sandilma. As famílias de Monte Alegre — e, de resto, de todo o semiárido — gastaram o estoque de alimentos de 2011 para 2012. O pouco que restou já foi consumido neste início de 2013. Estão sem colheita e sem estoque.

Wigna poderia ter desenhado esse quadro de desolação em sua carta, mas preferiu usar os lápis de cor para riscar no papel o campo de flores e a árvore com frutos. Se o inverno não passou por Monte Alegre em forma de chuva, ele colore de verde alguns espaços no chão seco. São hortas que teimam em florescer sem depender de chuva, nem de ajuda oficial. Germinam graças a iniciativas locais, nas quais Sandilma está envolvida, junto às outras mulheres de Monte Alegre. Essa brigada feminina de resistência à seca encoraja Wigna a acreditar em dias melhores, a despeito das evidências em contrário.

O projeto dos quintais produtivos é uma dessas iniciativas. Ele foi levado a Monte Alegre pelo Centro Feminista 8 de Março, o CF8, uma organização nãogovernamental com sede em Mossoró (RN), também formada basicamente por mulheres, e que recebe apoio de entidades internacionais, como a Action Aid. O projeto utiliza técnicas de cultivo que valorizam a pouca água disponível para a agricultura.

Uma das técnicas consiste em forrar com lona de caminhão um buraco feito na terra, montar uma pequena estrutura de tubos de PVC furados em vários pontos, jogar terra por cima e plantar as sementes de hortaliças. A água é colocada por duas aberturas em cada lado do canteiro, escorre pelos tubos e sai pelos furos, espalhando-se por baixo da terra e acima da lona. Dessa forma, a água não se esvai sugada pela terra seca, mantendo-se mais tempo em contato com o plantio. O resultado? Coentro, cebolinha, salsa e até tomate-cereja.

“É o canteiro econômico. A água pode ser economizada de outras formas, até mesmo usando uma garrafa PET como uma espécie de conta-gotas instalado pouco acima da base da planta. De pingo em pingo, a terra ali embaixo se mantém úmida e favorece a germinação”, explica Ivi Aliana Dantas, agrônoma do CF8.

Um quintal produtivo dos mais simples pode ser montado por R$ 1.500. Esses recursos são obtidos pela ONG e seus parceiros por meio de doadores do Brasil e do exterior, que ‘apadrinham’ crianças do semiárido e contribuem mensalmente para financiar projetos na região. “É um vínculo solidário forte, pois os doadores recebem periodicamente cartas das crianças e informes sobre como os recursos são aplicados”, diz Sueli Oliveira, do CF8.

Outra iniciativa da ONG que tem sido eficaz é a criação rotativa de galinhas, já implantada em Monte Alegre e em outros assentamentos rurais de 14 municípios do semiárido potiguar. Para cada comunidade, a ONG aplicou uma verba de R$ 500 — também obtida por meio de doações — para a compra de galinhas. Em Monte Alegre, cada mulher que comanda a família recebeu duas galinhas jovens, que são criadas, geram pintos e ovos e são devolvidas depois de seis meses, para serem emprestadas a outras famílias. “A seca fez com que se perdessem muitos animais, mas o rodízio resiste”, garante Cláudia Lopes, assistente social do CF8.

Essas iniciativas locais prolongam a resistência diante da estiagem. Mas todas dependem de água. E se ela não vem dos céus, tem que vir de algum lugar. Quase todas as casas de Monte Alegre têm cisternas de 16 mil litros preparadas para receber água da chuva. São as cisternas “de beber”. Sem chuva, elas são supridas pelos carros-pipa: cada um leva oito mil litros e cobra R$ 150 por vez. Em épocas mais agudas, o Exército entra em cena para organizar a distribuição de carros-pipa pagos pelo governo federal. Nos primeiros seis meses de 2012, 3.360 carros-pipa foram contratados pelo governo, ao custo de R$ 164,4 milhões.

Sandilma lembra bem desse período de agonia. “A gente já estava bebendo água salgada, de poço. O carro-pipa do Exército dava uma lata de 20 litros por dia por pessoa. Aqui em casa somos três, eram três latas para beber, tomar banho, cozinhar, usar nos banheiros.” A agonia deve vir de novo, ninguém se engana. Se não choveu até agora, esse inverno de 2013 já cumpriu sua cota de esquecimento. E o que vem pela frente, já a partir de fins de agosto, é uma nova estiagem.

Vídeo:  A seca tem rosto, nome e sobrenome

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Depois da seca de 2012, choveu por alguns dias este ano em algumas áreas do semiárido. Mas muito pouco: 99 dos 167 municípios potiguares ficaram em estado de “seca extrema”.

Alguns reservatórios e açudes encheram um pouco, a aparência da caatinga ficou verde em alguns pontos, mas não houve plantio, e o rebanho que restou está debilitado. “Culturas tradicionais do semiárido, sobretudo a do feijão, precisam de ao menos 90 dias de chuvas regulares para vingar. Se isso não ocorre, é o que chamamos de seca verde. A chuva se concentra em dez ou 15 dias, mas não é suficiente para sustentar a produção, que se perde inteira, embora você veja os brotos verdes. É terrível porque o agricultor, além de perder as sementes, vai perdendo a esperança”, avalia Avanildo Duque, gestor de programas da Action Aid. “E agora se inicia um novo ciclo de estiagem, sem que o solo tenha se recuperado. É preocupante o cenário que vem pela frente.”

As mulheres de Monte Alegre parecem preparadas para o pior, mas ainda encontram motivos para sorrir quando se reúnem, contam histórias, gozam umas às outras pela ‘estiagem’ de maridos. As que reencontram os homens nos fins de semana ficam sem graça ao serem apontadas na roda como privilegiadas. “Aquela ali tá se rindo porque o marido veio assinar o ponto no sábado”, brinca Alzinete de Andrade, uma das mais experientes do grupo. São elas que cuidam do gado que restou, das galinhas, dos filhos, do quintal. “A gente fica sendo o homem e a mulher da casa”, diz Magislânia Luzia da Silva, expressando o sentimento de cada uma das mulheres das 106 casas do assentamento, criado em 1997, só quatro anos mais velho que Wigna Graziele.

E a menina já tem o exemplo de resistência dentro dela. Acorda cedo para estudar, ajuda a mãe nas tarefas da casa e está pronta às 11h para esperar o ônibus que leva as crianças do assentamento para o colégio em Upanema, onde cursa o 6º ano. Só volta para casa às 18h. Ficou triste este ano porque não plantou e não colheu, mas não se abateu: “Quero ser professora para ensinar os outros a aprender, como eu aprendi, a acreditar que a gente pode ser feliz. Eu não plantei, mas brinquei de bola, de boneca. E um dia vou plantar de novo, mais meu avô”. Vai sim, menina, vai sim. Coragem e esperança também não dependem de chuva.

Fonte: Jornal O Dia Brasil – Veja todas as fotos AQUI

TRECHO DE ATA DO TSE DEIXA EM DÚVIDA SE PLEBISCITO AGORA SERIA LEGAL

Nesta terça, 2, presidente do TSE se reuniu com presidentes dos TREs.
Em ata, constam condições para realizar plebiscito sobre reforma política.

Um trecho da ata da reunião entre a presidente do TSE, Cármem Lúcia, e os presidentes dos TREs dos 26 estados e do Distrito Federal deixa margem para que se interprete que, na opinião dos magistrados, um plebiscito sobre reforma eleitoral não pode ser feito, de acordo com alguns políticos ouvidos em “off” pelo G1.

O trecho é o seguinte: “Há também limites materiais ao exercício dos Poderes Políticos, pois a Constituição do Brasil não pode ser modificada em seu núcleo de identidade (apelidado de conjunto de cláusulas pétreas, dentre as quais se tem o período de mudança válida para pleito eleitoral, que haverá de ocorrer no mínimo um ano antes de cada eleição), pelo que a Justiça Eleitoral não está autorizada constitucional e legalmente a submeter ao eleitorado consulta sobre cujo tema ele não possa responder ou sobre a qual não esteja prévia e suficientemente esclarecido, ou que da resposta formalmente apurada não haverá efeitos, no pleito eleitoral subsequente, o que pode ser fator de deslegitimação da chamada popular”.

Os magistrados estão dizendo que a anualidade – a necessidade de que alterações das leis eleitorais sejam aprovadas com um ano de antecedência das eleições – é cláusula pétrea da Constituição, ou seja, não pode ser mudada. Assim, o Congresso teria de correr para aprovar as mudanças até outubro.

Mas o trecho diz mais. Afirma que a Justiça Eleitoral não está autorizada a submeter ao eleitorado consulta cuja resposta formalmente apurada não tenha efeitos no pleito eleitoral subsequente.

Como o governo tem dito que o plebiscito é apenas uma consulta popular, que o Congresso aceitará ou não, a resposta do povo a esse plebiscito não terá efeitos práticos imediatos. Por esse motivo, segundo essa interpretação, a Justiça Eleitoral não estaria autorizada a levar o plebiscito a cabo.

Em outro trecho, os magistrados dizem que o resultado do plebiscito obriga a que o Congresso siga os seus resultados, o que contraria tudo o que o que governo vem dizendo.

O trecho é o seguinte: “Ela [a consulta popular] vincula o que virá, necessariamente, a ser produzido como lei pelos órgãos legislativos competentes”.

Políticos da situação e da oposição têm se debruçado sobre esses trechos para extrair deles a interpretação correta. Ministros do TSE ainda não se manifestaram sobre este tema.

G1 ouvirá a avaliação de juristas sobre essa interpretação.

Fonte: Do G1, em Brasília

FELICIANO TEM POPULARIDADE EM ALTA E PODE SER CANDIDATO A SENADOR

O deputado federal e pastor Marco Feliciano, atual presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, tem sofrido com diversas retaliações desde que assumiu o posto.

Antes um pastor que exercia seu primeiro mandato e sem muito prestigio, hoje é um dos principais nomes do cenário político nacional atual.

Mesmo com o seu nome nas muitas manifestações ao longo do país, o pastor foi associado ao projeto intitulado “cura gay”, e assim Feliciano tem ganhado projeção.

Para o parlamentar os protestos contra ele não são vontade do povo brasileiro, mas somente de um pequeno grupo, um minoria do ativismo gay. Em uma entrevista recentemente afirmou, “Ninguém quer uma guerra santa” contra ele. Disse.

O povo evangélico hoje tem uma grande influência na política nacional e também um eleitorado muito forte. Feliciano enfatiza, “Somos 50 milhões. Então, vamos deixar quietinho, né? A inteligência do povo não é dúbia. O povo não quer ser usado como massa de manobra”.

Mesmo sendo alvo de críticas e piadas, ele brinca dizendo, “Imagina se eu fosse gay e todo mundo falando essas coisas de mim, isso não é perseguição? Isso não é homofobia? Não é do que eles me acusam? Então como alguém quer respeito e não respeita as pessoas? Então, todo mundo vê que isso é uma ‘festa’. Para mim tá tudo tranquilo, tá tudo em paz. Se é tão bonito ser (gay) porque eles me atacam com isso?”, questiona.

Mas a verdade é que sua popularidade tem crescido, um vez que os partidos PR e DEM, além do PSC, cogitam lançar o seu nome como candidato a senador por São Paulo nas próximas eleições, no ano que vem.

Fonte: O verbo

LUIZ JAIRO PARTICIPA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A AFTOSA

O prefeito Luiz Jairo participou neste domingo, 30, do último dia da campanha de vacinação contra a febre aftosa. O prefeito, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Hermes Freire, e uma equipe da secretaria estiveram na localidade rural de Palheiros vacinando o rebanho do agricultor familiar.

Ao todo, a Prefeitura de Upanema disponibilizou três mil doses da vacina para os criadores com até 20 animais, criadores com número maior de cabeças de gado são responsáveis pela vacinação.

Hermes Freire informou que a campanha transcorreu com sucesso e agradeceu a colaboração dos criadores. “Agradecer aos criadores, que prenderam seus animais para facilitar a imunização e foram responsáveis por atingirmos os nossos objetivos”, salientou.

Luiz Jairo destacou que Upanema está fazendo a sua parte, dando a sua contribuição no sentido de erradicar a febre aftosa do Rio Grande do Norte. “Essa doença pode trazer muitos prejuízos, não só com a perda do rebanho, como também na exportação de outros produtos como frutas. Países com febre aftosa têm dificuldade para manter relações comerciais com outros países livre da doença, assimo como o comércio entre os estados fica limitado,”, ressaltou.

Luiz Jairo observou que o rebanho do agricultor familiar foi bastante reduzido em virtude da estiagem dos últimos anos. “Em períodos com chuvas, a prefeitura disponibilizaria cerca de seis mil doses para atender o pequeno criador”, relatou, acrescentando que a Prefeitura está desenvolvendo ações para assegurar que o homem do campo possa conviver com a seca sem ter que ver o seu gado morrer.

Atualmente, o Rio Grande do Norte é reconhecido como área livre de aftosa com vacinação.

Fonte: Prefeitura Municipal de Upanema

CHUVA CAUSA MAIS DE 100 PONTOS DE ALAGAMENTO EM NATAL, DIZ DEFESA CIVIL

Cidade tem chuva ininterrupta desde a madrugada desta terça (2).
Defesa Civil informa também que a capital potiguar tem 70 áreas de risco.

Capital potiguar tem chuva ininterrupta desde a madrugada desta terça (2) (Foto: Romeyka Fernandes)

A chuva que caiu durante toda a madrugada desta terça-feira (2) e permanece sobre Natal durante a manhã causou vários pontos de alagamento na capital potiguar, de acordo com o tenente-coronel Acioli, da Defesa Civil do Rio Grande do Norte. Segundo o oficial, pelo menos 100 pontos de alagamentos atrapalham o trânsito livre na cidade. “Esses pontos já são conhecidos. Quando chove alagam”. Apenas um chamado foi registrado até o momento. “Também há cerca de 70 áreas de risco que estão sendo monitoradas pela Defesa Civil do município, mas nós também acompanhamos esses trabalho”, explicou.

Segundo o inspetor Carlos Eugênio, da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Natal, o trânsito ficou comprometido em algumas regiões da cidade.  Os motoristas devem ficar atentos principalmente na avenida Capitão Mor Gouveia, no bairro Lagoa Nova. “Entre a avenida São José e a Jaguarari têm dois carros quase que submersos”, contou ao G1.

Chuvas deixaram trânsito lento em Natal (Foto: Jorge Talmon/G1)

A Secretaria divulgou cinco pontos que foram interditados para evitar mais prejuízos. Os pontos fechados são na avenida Mor Gouveia, no cruzamento da avenida Jaguarari com a rua São José; avenida Mor Gouveia no cruzamento da Interventor Mario Câmara; na Bernardo Vieira, em frente à Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas); avenida da Integração, próximo à Salinas e avenida Mossoró com a avenida Afonso Pena.

Uma tubulação de água estourou na avenida Salgado Filho, no bairro Tirol, em frente ao shopping Midway Mall. “A tubulação é da Caern (Companhia de Águas e Esgoto do Rio Grande do Norte). O cano estourou, está atrapalhando o trânsito e  ainda não foi consertado. É bom evitar”, explicou.

“A avenida Salgado Filho também tem pontos de alagamento próximo ao hotel Residence, na faixa da direita”, contou o agente.

Ainda de acordo com o inspetor, outro ponto de alagamento fica na Rua dos Canindés, conhecida também como avenida seis, no Alecrim. Outra via que o motorista deve evitar, segundo a Semob, é a avenida da Integração, em Candelária. “É aquela que fica entre a BR-101 e o prolongamento da avenida Prudente de Morais”, concluiu.

Central do Cidadão
A Central do Cidadão do Alecrim, em Natal, está alagada. A informação é dos próprios servidores, que não quiseram se identificar. Eles informaram ainda que, apesar do transtorno, estão trabalhando.

Bombeiros
Segundo o Corpo de Bombeiros do Estado, apenas uma chamada de alagamento foi registrada pela corporação nesta manhã. “Foi o caso de um alagamento no Parque das Pedras, em Neópolis”, contou o oficial de operações.

Alagamento deixou trânsito lento na avenida Prudente de Morais, em Natal (Foto: Thiago Marinho)

Fonte: Do G1 RN

EM AGENDA NO RECIFE, MARINA SILVA SAI EM DEFESA DO PASTOR MARCO FELICIANO

A virtual candidata do novo partido Rede Sustentabilidade à Presidência da República nas eleições de 2014, a ex-senadora Marina Silva saiu em defesa do atual presidente da Comissão de Direitos Humanos, o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC). Na noite desta terça-feira (14), diante de um auditório repleto de estudantes na Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), a ex-verde declarou que o parlamentar estava sendo hostilizado “mais por ser evangélico do que por suas posições políticas equivocadas”.

Marina afirmou que não gosta como o debate vem sendo conduzido (legalização do aborto e casamento gay). Segundo ela, hoje, se tenta eliminar o preconceito contra gays substituindo por um preconceito contra religiosos.  Marina afirmou que Marco Feliciano entra neste “jogo de injustiças”, e claro, pode se tornar uma das vítimas nesta inversão de valores. “Feliciano está sendo mais criticado por ser evangélico que por suas posições políticas equivocadas. Aí, a gente acaba combatendo um preconceito com outro”, completou, afirmando ainda que gostaria que um ateu fosse julgado pelo que disse e não pelo fato de ser ateu.

Feliciano é acusado de estelionato e o crime será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar também defende que os gays são pessoas “doentes” . Na Comissão de Direitos Humanos, o religioso colocou em pauta o projeto polêmico que defende a “cura” dos homossexuais. O pastor ainda confrontou o movimento negro ao afirmar, em redes sociais, que os descendentes dos africanos são “amaldiçoados” segundo a Bíblia.

Candidata à Presidência nas eleições de 2010, Marina foi alvo de polêmicas sobre suas pautas conservadoras. A ex-senadora se posicionava contra o casamento (religioso) gay, a legalizações do consumo da maconha e da prática do aborto. Algumas pautas, inclusive, eram defendidas, na época, por alguns membros históricos do PV, partido em que Marina se desfilou após ser derrotada no primeiro turno das eleições com um saldo de 19,5 milhões de votos (19,4% dos votos válidos).

Na palestra intitulada “Democracia e Sustentabilidade”, a possível candidata também debateu temas sociais e econômicos. Defendeu que além de uma crise mundial, o planeta é vítima de uma “crise civilizatória” pelo qual todos os povos passam, que é fruto da ênfase no fazer e não do ser.

“Não temos em quem se espelhar como modelo de como passar por uma crise civilizatória. Egito, Grécia e Roma passaram por essa crise e não conseguiram superar. A diferença é que hoje a crise da civilização envolve todo o planeta. Mas temos uma vantagem. Desconfio que eles não perceberam que estavam em crise e tentavam apagar o fogo com gasolina. Nós podemos evitar isso”.

Com informações do repórter Tauan Saturnino, especial para o Diario

Fonte: Diário de Pernambuco

EMBAIXADA BRASILEIRA NA RÚSSIA RECEBE PEDIDO DE ASILO DE SNOWDEN

DE ACORDO COM O ITAMARATY, ‘NO MOMENTO NÃO HÁ INTENÇÃO DE RESPONDER’. SNOWDEN DELATOU MONITORAMENTO DO GOVERNO DOS EUA A DADOS NA INTERNET.

O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta terça-feira (2) que o Brasil recebeu pedido de asilo de Edward Snowden, ex-funcionário da CIA que delatou um sistema secreto de monitoramento de informações pessoais no qual o governo americano teria acesso direto a servidores de nove grandes empresas de internet.

A assessoria do Itamaraty informou que “no momento, não há intenção de responder” ao pedido de Snowden, que é procurado pelas autoridades norte-americanas.

Ainda de acordo com o Itamaraty, o pedido de asilo foi feito à embaixada brasileira em Moscou.

Snowden está desde 23 de junho na na área de trânsito do aeroporto da capital russa, onde chegou vindo de Hong Kong, onde havia se refugiado após fazer as revelações.

Ele está em um “limbo” jurídico, uma vez que não tem documentos para entrar em território russo.

Na segunda-feira, ele rompeu seu silêncio dos últimos dias e afirmou que, apesar da intensa pressão de Washington, se sente livre para divulgar mais informações confidenciais. Ele declarou ainda que se sente ilegalmente perseguido pelo governo americano.

Na véspera, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que seu país só concederia asilo a Snowden se ele abandonasse sua “atividade antiamericana”. Depois, um porta-voz de Putin disse que o norte-americano já cancelou seu pedido de asilo a Moscou.

Comunicado publicado no site “Wikileaks” diz que no domingo Snowden encaminhou às embaixadas de 21 países em Moscou o pedido de asilo.

Além do Brasil, o Wikileaks informou que os pedidos teriam sido feitos também para China, França, Irlanda, Áustria, Islândia, Bolívia, Cuba, Finlândia, Alemanha, Índia, Itália, Holanda, Nicarágua, Polônia, Espanha, Suíça e Venezuela, além de Equador, Rússia e Noruega.

Vários deles negaram o asilo a Snowden, argumentando razões técnicas.

Snowden ficou conhecido no início de maio, quando, por intermédio dos jornais “Guardian” e “Washington Post”, vazou documentos secretos que revelavam detalhes de programas de monitoramento do governo americano em telefonemas e internet.

O vazamento abriu uma crise no governo do presidente democrata Barack Obama e gerou intenso debate sobre a privacidade online.

JARBAS COBRA DE RENAN VOTAÇÃO DE PROPOSTA QUE O RETIRARIA DA PRESIDÊNCIA DO SENADO

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB/PE) cobrou de Renan Calheiros, atual presidente do Senado, a votação da PEC 18, relativamente “esquecida” e que, se aprovada, retiraria Renan da presidência do Senado.
Segundo relatado por Josias de Souza, A PEC 18 – Proposta de Emenda Constitucional – prevê que congressistas denunciados ao STF por crimes contra a administração pública sejam impedidos de ocupar postos de comando nas Mesas diretoras, nas comissões, nos conselhos de ética e nas lideranças do Senado e da Câmara.
Tendo em vista que Renan Calheiros foi denunciado ao STF pelo procurador-geral da República Roberto Gurgel em fevereiro deste ano, a própria presidência de Renan seria inviabilizada.
Para Jarbas, o Senado tem de, para sanar a dívida com as ruas, aprender “a cortar na própria carne, sem apelos ao corporativismo, sem permitir que a impunidade continue sendo um caminho aberto para a corrupção e os desvios de conduta de quem atua na vida pública”. O senador mencionou, também, o caso de mensaleiros condenados – José Genoino e João Paulo Cunha – que ainda permanecem no legislativo.
Renan Calheiros é alvo de críticas e oposição, por manifestantes, tendo em vista seu envolvimento em casos de corrupção. No início do ano, petições contra a sua posse como presidente do Senado receberam mais de 2 milhões de assinaturas, o que culminou, também, em manifestações por todo o Brasil e exterior.
A remoção de Renan Calheiros da presidência do Senado tem se mantido na pauta dos principais movimentos contra a corrupção, de forma que recente declaração de Renan – leia clicando aqui -, segundo a qual “a grande bandeira que está nas ruas de nosso país é o passe livre”, gerou ojeriza e acentuação das posições avessas ao Senado.
Marcos Camponi.

Com informações de Josias de Souza, Agência Senado e Senado Federal.
Extraído da Folha Política