

Enquanto o povo potiguar enfrenta transporte precário e hospitais sem medicamentos, um senador que se apresenta como símbolo da moralidade e defensor da ética tem mantido um padrão de gastos que levanta sérias dúvidas sobre sua coerência política.
Somente com a cota parlamentar, o mandato consome mais de R$ 42 mil mensais dos cofres públicos. Os recursos são usados para alugar uma SW4 de luxo, custear combustíveis, passagens aéreas e investir quase R$ 100 mil em divulgação pessoal — valores que contrastam com o discurso de contenção e austeridade defendido pelo próprio parlamentar.
A contradição entre o que se prega e o que se pratica chama atenção, especialmente em um estado onde a população convive com carências básicas. Para muitos, é mais uma prova de que, na política, o discurso da moralidade nem sempre resiste à prática do dia a dia.

