[leia]Humorista ‘Shaolin’ está em coma induzido

SÃO PAULO – O humorista paraibano Francisco Josenilton Veloso, de 39 anos, o ‘Shaolin’, vítima de acidente de carro na madrugada desta quarta-feira, 19, está em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Antonio Targino, na Paraíba. Ele respira com auxílio de aparelhos e ainda não é possível afirmar se terá alguma sequela. Seu estado de saúde é considerado gravíssimo, mas estável. Um boletim será divulgado pelo hospital à tarde.

Shaolin sofreu o acidente à 0h40 (horário de Brasília) ao bater sua Pajero, lateralmente, contra um caminhão, na alça sudoeste da BR-230, na região do Mutirão, em Campina Grande, a 130 quilômetros da capital João Pessoa. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não se sabe ainda a causa do acidente. Não chovia naquele momento e o motorista do caminhão – que estava sem carga – fugiu do local abandonado o veículo.

Funcionários do Hospital Regional de Campina Grande, para onde o humorista foi levado pelos bombeiros, afirmaram que Shaolin chegou à unidade médica com traumatismo craniano e um grave ferimento no braço esquerdo. Ao chegar com o artista na unidade, a equipe de resgate disse aos médicos que o humorista estava sozinho no carro no momento do acidente.

Ele foi transferido por uma ambulância para o Hospital Antonio Targino, especializado em atendimento a vítimas de acidentes. O humorista passou por duas cirurgias – uma na cabeça e outra no braço. Os procedimentos foram feitos por uma equipe formada por neurologistas, ortopedistas e vasculares e durou cerca de três horas.

O artista, que trabalha para a TV Record, já participou de programas da televisão brasileira, como Domingão do Faustão, A Praça É Nossa, Show do Tom entre outros. Atualmente, faz parte do Tudo é Possível programa de entretenimento apresentado por Ana Hickmann. O humorista passava férias na Paraíba e estava em cartaz no Estado com o espetáculo Lula de Férias.

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[leia] Hospital regional de Apodi será municipalizado. Presente da governadora Rosalba Ciarlini

Enquanto a sociedade civil organizada de Apodi luta por melhorias para o Hospital Regional Hélio Morais Marinho, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), anuncia que vai municipalizar o Hospital Regional de Apodi.
Já não bastasse a precariedade no atendimento, a falta de aparelhos essenciais para um hospital regional. Todo mundo sabe que a saúde de Apodi tá na UTI faz tempo e agora Rosalba vem com essa.
É assim que ela retribui os votos dos apodienses, prejudicando a população querendo municipalizar o nosso hospital. Confira na matéria veiculada no jornal DeFato do último dia 15 de janeiro.
Hospitais regionais serão municipalizados

A Secretaria Estadual de Saúde (SESAP) anunciou ontem que vai começar a trabalhar no sentido de municipalizar 14 dos 23 hospitais regionais do Rio Grande do Norte. Os outros oito restantes serão reforçados para funcionar como realmente devem. A informação já foi comunicada ao Ministério Público Estadual e tem total apoio da governadora Rosalba Ciarlini.

No novo cenário, os hospitais regionais de Pau dos Ferros, Assú e Caicó, segundo o secretário Domício Arruda e a subsecretária Ana Tânia, vão receber investimentos no que for necessário para funcionar em sua plenitude, evitando assim o envio de pacientes do interior do Estado para atendimento de média e alta complexidade nos hospitais de Mossoró e da capital.

Hospitais regionais de pequeno porte como de Apodi, Caraúbas e Angicos, segundo o secretário e a subsecretária, serão municipalizados. Vão passar a funcionar no atendimento de média e baixa complexidade, através de uma parceria entre Prefeitura Municipal e Governo do Estado.

O paciente que sofrer acidente em Apodi, por exemplo, será estabilizado no hospital municipal e depois transferido para o atendimento em Mossoró ou Pau dos Ferros, como desejar. “O importante é que tenha nesses hospitais o ortopedista, o anestesista, o cirurgião, o neurocirurgia, o pediatra, toda a escala médica, como existe no HRTM, em Mossoró, para garantir ao paciente um atendimento de qualidade sem o transtorno do translado em ambulância para outra região”, diz.

Durante a conversa sobre a municipalização dos 14 hospitais regionais e o reforço nos outros oito para atender bem a população, a subsecretária Ana Tânia parou para lembrar uma informação terrível, que é fila de mais de 500 pessoas para fazer cirurgias de correção. “São pessoas que estão aguardando para fazer uma cirurgia na bacia, no fêmur há mais de cinco meses. Não sabemos nem se ainda é possível este cidadão ter a plena recuperação do membro. Isto precisa e vai ser resolvido”, diz Ana Tânia, acrescentando que estas cirurgias serão realizadas nos hospitais de cada região.

Sobre o Hospital Regional de Assú, Ana Tânia disse que existe uma ótima estrutura física, mas falta um raio-X. “Vamos enviar nos próximos dias um aparelho de raios-X e vamos investir para colocar em funcionamento um mamógrafo que está nos corredores do hospital desde 2006”, diz Ana Tânia, acrescentando que já existe um empenho por parte da governadora Rosalba Ciarlini junto ao prefeito Ivan Junior a fim de colocar o hospital regional de Assú para funcionar bem.

Entre os hospitais de pequeno porte o que mais preocupa é o de Angicos. “Já fomos informados de que lá a estrutura não é boa, mas temos certeza que em parceria com o Estado a Prefeitura vai investir na ampliação e prestar um bom serviço à população. É o que esperamos”, diz Ana Tânia. Sobre João Câmara, Ana Tânia disse que existe uma boa estrutura, mas ainda não está definido se será municipalizado ou ficará como regional.

Quanto aos hospitais regionais de maior porte que vão continuar sobre a responsabilidade do Estado, segundo Ana Tânia, o Estado vai incentivar para que mudem de classificação junto ao Ministério da Saúde, para assim aumentar o faturamento, pagar melhor aos médicos e ampliar os investimentos. Esse processo, por exemplo, já foi feito em Mossoró, no Hospital Regional Tarcísio Maia. Antes, só recebia R$ 80 mil e agora o faturamento está na casa dos R$ 600 mil. “É certo que este valor não tem como segurar todo o hospital, que precisa em média de R$ 5 milhões para funcionar, mas com certeza faz a diferença. É o que observamos em Mossoró”, diz.

O secretário Domício Arruda e a subsecretária Ana Tânia falam com muita firmeza, mas demonstram que estão abertos ao diálogo, inclusive com relação à municipalização dos pequenos hospitais. “Em breve, estarei visitando mais hospitais e buscando soluções junto aos diretores. Quem está trabalhando bem, com certeza vai ser convidado para contribuir com nossa missão, que é fazer o serviço de saúde no Rio Grande do Norte funcionar como deve”, destaca.

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[leia] A Nova Geração pensa assim. E você?


Arte: Reginaldo Ponciano

NOVA GERAÇÃO
FORÇA POLÍTICA UNIDA PARA O BEM DE APODI


Desde que se constituiu como um caminho novo de se fazer política em Apodi, a Nova Geração tem mostrado que é possível sonhar e fazer andar para frente o carro dos desejos do povo apodiense.
Ser unanimidade não é o nosso pensamento nem o nosso objetivo. O que precisamos e desejamos é somar forças para fazermos juntos um Apodi maior e VERDADEIRAMENTE forte como o seu povo. Só caminharemos sozinhos se não encontrarmos outros que queiram se unir a nós nas discussões e na busca de tudo aquilo que Apodi e seu povo tanto precisam.
A Nova Geração está aberta ao diálogo com todos aqueles que pensem um Apodi que valorize seus filhos e faça por merecer o amor de cada um deles.
A Nova Geração não está restrita a jovens políticos e novos cidadãos. O termo está intimamente ligado a um novo pensamento de se fazer política em nosso município. Ser Nova Geração é entender que em 1º lugar vem a resolução dos problemas da cidade, do povo.
Se você pensa assim, é com você que queremos seguir. Sua idade não é o que interessa, o que de fato importa é a forma como você está pensando o Apodi que também é seu.
Junte-se a nós e ajude a construir a estrada que conduzirá o nosso Apodi ao mais elevado conceito de terra onde nasci, tenho prazer de morar e de dizer: SOU DE APODI E AMO A MINHA TERRA.
Apodi RN, 15 de Janeiro de 2011
Nova Geração

Fonte:Apodiário

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[leia]Salário mínimo será de R$ 545 a partir de fevereiro, diz Mantega

O ministro Guido Mantega afirmou que o novo salário mínimo será de R$ 545 a partir de fevereiro. Segundo o ministro, o salário será corrigido, em relação ao valor inicialmente proposto de R$ 540, para considerar integralmente a inflação de 2010.

Com os números do IPCA de dezembro fechados – que indicaram inflação de 5,9% em 2010 -, a regra do governo de que o salário mínimo seja corrigido pelo crescimento do PIB de dois anos anteriores, mais a variação da inflação no ano anterior, apontaria um valor de R$ 543, diz Mantega.

Para facilitar os saques em caixas eletrônicos, o valor foi arredondado para R$ 545. “É uma colher de chá, que dá um pouquinho a mais para o trabalhador”, diz Mantega, referindo-se a esses dois reais de diferença.

Segundo Mantega, cada R$ 1 a mais no salário mínimo significa custo maior de R$ 280 milhões para os cofres públicos. Com os R$ 5 de diferença apresentados hoje, os gastos do governo federal sobre em R$ 1,4 bilhão com essa revisão do salário mínimo.

Regra definida em lei

Segundo Mantega, com a Medida Provisória que será enviada ao Congresso para estabelecer o novo valor do mínimo, também será proposto aos parlamentares converter em lei a regra informal (que o reajuste considera o PIB de dois anos anteriores mais a inflação do ano anterior). “É uma conquista dos trabalhadores, que foi discutida com sindicatos e parlamentares”, diz Mantega. “É melhor para todos ter uma política com regras definidas.”

O ministro afirmou que, por essa regra, o aumento do salário mínimo em 2011 poderá ser de 13% ou 14%, considerando-se o crescimento previsto de 7,5% em 2010 mais a inflação deste ano. No entanto, o Ministério da Fazenda, oficialmente, prevê inflação de 5% neste ano, o que levaria a aumento do mínimo de 12,5% em 2011.

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