DIA DA BANDEIRA

Hino à Bandeira:
I.
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

II.
Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

III.
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

IV.
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

V.
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
paira sempre, sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

O Hino à Bandeira do Brasil tem letra de Olavo Bilac (1865-1918) e música de Francisco Braga (1868-1945). Foi apresentado pela primeira vez em 1906.

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BRASIL TEM INTERNET MAIS LENTA QUE HAITI

O Brasil é o 163º em um ranking da média da velocidade da internet 
 
Publicado pela empresa Pando Networks. A velocidade média da conexão no Brasil é de 105 KBps (quilobytes por segundo), o que o coloca atrás de países como Haiti (o mais pobre das Américas), Níger, Etiópia, Angola, Paquistão e Papua-Nova Guiné. A cidade de Itapema, em Santa Catarina, tem a segunda conexão média mais lenta entre todas as cidades do mundo avaliadas: 61 KBps. Algiers, na Argélia, é a cidade com conexão mais lenta no mundo (56 KBps). A Coreia do Sul é o país com conexão média mais rápida: 2,2 MBps (megabytes por segundo). A lista, no entanto, não é composta apenas por países. O 49º lugar, por exemplo, é denominado “Anonymous Proxy”, refere-se, provavelmente, a conexão realizada por meio de proxy e provedor via satélite cujo país de origem não pôde ser identificado. A média mundial de velocidade de conexão à rede, segundo o estudo, é de 508 KBps. Nos Estados Unidos, a média é de 616 KBps. Na China, de 245 KBps. O estudo se baseou em 27 milhões de downloads feitos a partir de 20 milhões de computadores no mundo. (Correio)
 
BZ-Com raras e honrosas exceções, a prestação de serviços no Brasil é ineficiente e de baixíssima qualidade, e CARA. Se o governo, através de suas agências de fiscalizações não interferir, a tendência é ficar pior.
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BRASIL CAI MAIS NO RANKING DA FIFA, QUE TEM A VOLTA DA ESPANHA AO TOPO

A Seleção Brasileira segue em queda livre no ranking da FIFA. Na lista divulgada nesta quarta-feira pela entidade máxima do futebol, o Brasil desce mais uma posição, e agora aparece em sétimo lugar, com 1.132 pontos, ultrapassado pela Itália (1.142). Campeã do último Mundial, a Espanha havia perdido a liderança para a Holanda (1.571), mas retomou o posto, contando com 1.605 pontos. Esta é a pior colocação do Brasil em 18 anos.
Na terceira colocação segue a Alemanha (1.290), seguida agora pelo Uruguai (1.184), que obtém sua melhor posição e é o mais destacado representante sul-americano. Portugal (1.158) fecha a relação dos cinco primeiros.

Quem também cai na lista do mês de setembro é a Argentina (1.024), que ocupa agora o 10º lugar, imediatamente atrás da Croácia (1.057) e da Inglaterra (1.089). Outra tradicional seleção, a França é somente a 12ª colocada (956 pontos).
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INDIGNAÇÃO!!!

Corrupção é crime hediondo, genocidio indireto, pois desvia recursos que deveriam ir para a construção de creches, escolas, hospitais, e mais grave: dinheiro que poderia alimentar milhares de brasileiros que sucumbem às mais variadas moléstias, vitimas de subnutrição enquanto o lulopetismo- a Herança Maldita-, locupleta-se com obras superfaturadas, tráfico de influência e “aditivos” que poderiam ir para a saúde tão sucateada, enquanto Dilma, nos EUA, discursa mentirosamente, sobre a excelência desta mesma saúde no Brasil!

Amigos(as), fiquemos atentos para o julgamento do mensalão! Thomas Bastos, o advogado dos mensaleiros, já começa a movimentár-se no sentido de nomear para o STF, “juizes” amestrados que farão tudo que seu mestre mandar!

Aumentemos as manifestações, os protestos nas ruas e nas redes sociais!
Divulguem sem cessar a nossa indignação!

Carlos Vereza

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UMA DATA ESQUECIDA PELAS AUTORIDADES UPANEMENSES.

DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Você sabe o que aconteceu no dia 7 de setembro de 1822? Independência do Brasil!
No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro fez uma declaração oficial de independência,afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência. D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D. Pedro I.O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. Em nossa cidade somente o Fórum Municipal tem a bandeira hasteada, os demais órgãos públicos como as Escolas, a Prefeitura, a Câmara Municipal e demais; não tiveram pelo menos a preocupação deste simples gesto de patriotismo. Vale lembrar que a prefeitura não fez nenhum ato de homenagem a este dia, e a banda da cidade vai para a cidade de Baraúnas, pode um negocio desse.
Fonte: Blog Contexto Upanemense – Por Renato Medeiros.
É uma vergonha…
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7 DE SETEMBRO: DIA DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.


Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

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