Rosalba afirma que trabalhará para manter dianteira, Carlos Eduardo e Iberê mantêm otimismo

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Os candidatos receberam de formas diversas os números da pesquisa Vox Populi/Band a respeito da corrida para o governo e Senado no Rio Grande do Norte.

A líder na pesquisa estimulada, aquela que apresenta uma lista de nomes ao entrevistado, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), candidata ao Governo do Estado, disse que precisa trabalhar para manter o bom desempenho até o dia 3 de outubro. “Agora é hora de trabalhar para assegurar a vitória. Convoco as pessoas que querem um Rio Grande do Norte melhor e ver as coisas acontecerem a manter o voto em mim e não cochilar”, acrescentou.

Já o ex-prefeito do Natal Carlos Eduardo (PDT) disse respeitar a pesquisa e disse entender que o levantamento representa um estágio anterior ao atual em que está a campanha. “Respeitamos e recebemos com serenidade este e todos os resultados de pesquisas eleitorais. Mas consideramos que, no caso desta mais recente rodada do Vox Populi, os números retratam um período que cobriu os dez primeiros dias efetivos de campanha no Rio Grande do Norte, intervalo em que nossa coligação apenas iniciava suas mobilizações externas e ainda com pouco material de propaganda. Além disso, por uma questão estratégica, concentramos nossas primeiras caminhadas nesse período em Natal. Somente agora vamos intensificar nossa presença no interior do Estado e, assim, tornar nossas propostas mais conhecidas entre os potiguares de outras regiões. Estamos convictos de que os próximos resultados serão diferentes, já que é isso que indicam os levantamentos internos de que dispomos”, declarou.

Para o governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), que tenta a reeleição, o mais importante é o resultado das urnas. “Eu não brinco com pesquisa. Acredito em todas. Mas a pesquisa principal é do dia da eleição. Mas eu estou muito feliz com essas pesquisas. Estão dentro do nosso planejamento. A primeira pesquisa do Ibope me mostrou que eu tinha 2%. De 2 passei pra 5, pra 8, pra 10, pra 12 e já cheguei a 24. Mas em todas elas o que acho mais importante é que há uma curva ascendente. De lá pra cá nenhuma vez meu número diminuiu. Nós vamos para o segundo turno. E é aí que vamos vencer a eleição”, disse em entrevista à Rádio Caicó AM.

Senado

Entre os candidatos ao Senado a tendência se repetiu: quem está à frente comemorou e quem está atrás garante que a motivação está mantida.

Foi assim com a ex-governadora Wilma de Faria (PSB), que ficou em terceiro. Ela buscou na sua própria história de vida um motivo para manter o otimismo. “Eu já sou acostumada com esse tipo de pesquisa. Quem não se lembra da campanha de 2002? Ninguém acreditava na minha vitória. E em 2006 muitos achavam que eu não reverteria à situação. Pois concluí meu segundo mandato como governadora, e se eu fiz isso, tenho certeza que Iberê vai continuar crescendo e vencerá as eleições”, frisou.

O senador Garibaldi Filho (PMDB) afirmou que é preciso fazer um esforço para manter dianteira. “Eu acredito que agora temos de trabalhar muito para manter esses números. Os números estão do nosso lado, mas a nossa luta continua. Não podemos nos acomodar. Estou aqui nessa caminhada ao lado de Agripino e de Rosalba, para oferecer o nosso trabalho e fazer o Rio Grande do Norte três vezes mais forte”, explicou.

O jornalista Sávio Hackradt (PCdoB) disse que os números refletem uma tendência de início de campanha. “Achei natural. A campanha não começou para valer. A movimentação dos percentuais de Rosalba, Carlos e Iberê foi dentro da margem de erro. Do ponto de vista técnico não há grandes novidades. Isso não nos preocupa”, declarou.

Já Hugo Manso (PT) foi o único a contestar os números. “Achei a pesquisa extremamente esquisita. Como é que os números de Iberê na estimulada e espontânea são quase os mesmos? Geralmente na estimulada os percentuais aumentam bastante. Outra questão seríssima é que os diretores do instituto estiveram em Natal e disseram a pessoas ligadas à nossa campanha que só seriam divulgados números para o Governo do Estado”, argumentou.

A reportagem tentou localizar o senador José Agripino (DEM), mas a assessoria de imprensa estava com os celulares desligados.

                                                                                                             Jornal O Mossoroense

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